Correios fecharão 41 agências neste mês

Medida faz parte de um processo de otimização e readequação das agências

Os Correios irão fechar neste mês 41 agências que estão em imóveis alugados e próximas a outras unidades.

“O processo de otimização e readequação das agências prevê a desativação de 41 unidades de atendimento, já neste mês de outubro, que ocupam imóvel alugado e estão sombreadas por outras agências próximas, com distância não superior a 2km”, informou os Correios ao G1.

A estatal justificou que a desativação das unidades faz parte de um “processo de remodelagem da rede de atendimento, por meio da otimização e realocação dos recursos existentes, que, além de colaborar com a sustentabilidade da empresa, resultará em melhorias no atendimento aos cidadãos”.

Segundo nota enviada ao G1, os Correios informaram que novos modelos de atendimento serão implementados, com o objetivo de ampliar a rede de agências de 12 mil pontos de atendimento para aproximadamente 15 mil até 2021. Uma das inovações será a implantação de agências móveis de forma gradativa a partir do ano que vem.

“Informações sobre o encerramento das atividades da agência e sobre as unidades que poderão realizar o atendimento serão comunicadas amplamente à população e imprensa locais”, informou a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT).

Questionada sobre o total de agências que já foram fechadas, a estatal não respondeu. Mas garantiu que não haverá demissões de funcionários com a desativação das agências.

Em entrevista ao G1 em junho, o presidente da estatal, Carlos Fortner, disse que, para ser economicamente viável, uma agência precisa fazer, em média, 270 atendimentos diários, mas algumas registram número muito inferior.

Ele disse na ocasião que servidores que não forem mais necessários poderão ser transferidos para outras áreas dos Correios ou serem cedidos para outros órgãos.

Os Correios fizeram dois planos de demissão em 2018. Segundo Fortner, não há previsão de outro plano para este ano.

Fortner informou ainda que a ECT deve disponibilizar serviços já ofertados pelos concorrentes do setor de encomendas, como o “porta a porta”, em que o carteiro busca a encomenda na casa do cliente e a entrega no local de destino, e o de entrega feita por motoboys, que substituiriam os carteiros motorizados, reduzindo o custo do serviço.

Fonte: G1 (Leia o artigo completo)

STF decide que demissões nos Correios devem ser justificadas

O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou hoje (10) que as demissões de empregados dos Correios devem ser motivadas. A decisão vale somente para os funcionários da estatal.

O caso foi decidido com base no julgamento feito pela Corte em 2013, quando o STF entendeu que os empregados dos Correios não têm estabilidade no serviço público como os servidores efetivos, mas a rescisão unilateral do contrato de trabalho por parte da empresa deve ter motivação. Após a decisão, a empresa entrou com recurso no STF para que o acórdão do julgamento fosse esclarecido.

De acordo com a tese definida hoje no julgamento e deverá ser aplicada em todos os casos em tramitação na Justiça, a “ECT [Empresa de Correios e Telégrafos] tem o dever jurídico de motivar, em ato formal, a demissão de seus empregados”. Pela decisão, não é necessário a abertura de processo administrativo, basta a apresentação da justificativa, como queda de receita ou remanejamento interno.

Durante o julgamento, o ministro Alexandre de Moraes, um dos ministros que votaram a favor da tese, ressaltou que a ECT tem liberdade para demitir, mas a dispensa deve ser motivada para evitar perseguições políticas e para que o empregado possa recorrer à Justiça para anular a demissão em caso de alguma irregularidade.

“Por que a motivação? Para eventualmente possibilitar judicialmente ou administrativamente a demonstração de que, se o ato não corresponder a motivação, se a motivação for falsa, for enganosa, esse ato for anulado”, disse.

Também votaram a favor do entendimento dos ministros Rosa Weber, Luiz Fux, Rosa Weber, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e presidente, Dias Toffoli. Marco Aurélio e Edson Fachin ficaram vencidos.

Fonte: Agência Brasil (Leia o artigo completo)

Correios de Portugal e do Brasil querem facilitar e-commerce

O novo acordo entre os CTT e os ECT deverá permitir a redução do tempo média de entrega de encomendas registadas entre os dois países..

Os correios de Portugal (CTT) e do Brasil (ECT) firmaram um novo acordo que poderá contribuir para incrementar o comércio electrónicos dos dois países. A parceria visa aumentar a competitividade dos produtos de correio expresso que suportam parte das trocas comerciais entre os países.

Segundo os prestadores de serviços, até agora, as encomendas registadas em circulação entre o Brasil e Portugal precisavam de, em média, 40 dias úteis para ser entregues após a desalfandegamento dos objectos. Com o novo acordo, a previsão é que esse prazo caia para uma média de 12 dias úteis, avançam os correios do Brasil.

Uma das mudanças previstas com o acordo assinado a 27 de Outubro, é a melhoria na qualidade de informação nos fluxos postais, permitindo um rastreamento mais completo que facilita a previsão de entrega das encomendas postadas principalmente para quem efectua compras e vendas pela Internet, explicam os ECT.

Na prática, o acordo prevê a migração do tratamento das encomendas de correio electrónico que, na maior parte das vezes chega ao Brasil através de correio registado e simples para uma plataforma mais qualificada, em conformidade com as condições de recepção brasileiras “Novo Modelo de Importação”, que abrange o envio de informações electrónicas, explicam os correios do Brasil, citados pela IDGNow.

“O comércio electrónico é (…) um dos eixos estratégicos de desenvolvimento dos CTT e acreditamos que estes acordos agora assinados com o Brasil são uma das chaves para o desenvolvimento das trocas neste corredor atlântico, aproveitando a crescente digitalização da economia e a ligação tradicionalmente relevante entre as comunidades de nacionais de ambos os países”, disse, recentemente, Francisco de Lacerda, presidente-executivo dos CTT.

As duas empresas (CTT e ECT) têm vindo a firmar acordos para facilitar este tipo de transacção. Recentemente anunciaram a redução conjunta das “condições de remuneração que praticam entre si, viabilizando desse modo o lançamento de ofertas de correio expresso premium mais competitivas, para clientes de comércio electrónico que vendem entre os dois países”, explicam os CTT em comunicado.

A um nível logístico, “os acordos introduzem níveis de informação de melhor qualidade nos fluxos de tráfego entre os dois países, o que permite reforçar a prestação de informação de rastreamento e previsão de entrega quer a clientes, quer a destinatários”.

Fonte: Computerworld (Leia o artigo completo)

 

Faltam envelopes e caixas em agências de Fortaleza

| Serviço de postagem | Situação estaria ligada a dificuldades financeiras da estatal. Clientes precisam comprar material em bancas de revista para enviar as encomendas

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) fechou o segundo trimestre de 2018 com lucro líquido de R$ 111 milhões. No entanto, a estatal teve prejuízo de R$ 120 milhões no período. Os efeitos da conta no vermelho destes últimos cinco anos são percebidos nos serviços prestados em Fortaleza. O POVO visitou três agências e observou a falta de materiais básicos para a preservação e despacho de encomendas.

No Centro, os clientes têm de recorrer a bancas de revista no entorno da rua Senador Alencar para comprar envelopes, caixas e empacotá-las. Foi esse o jeito que o artesão Nonato Araújo, 45, encontrou para enviar mercadorias às outras cidades.

Está cada vez pior. Não tem nem fita adesiva para fazer a embalagem. E, apesar de faltar tudo, as taxas encarecem“, relata. A unidade está sem material há uma semana. Mas a situação é frequente, segundo o comerciante Leal, que começou a vender envelopes após perceber a nova demanda. Os artigos de papel custam de R$ 0,20 a R$ 1,50. Para embalar, ele cobra de acordo com o tamanho. Os preços praticados pela estatal variam de R$ 2,50 a R$ 20,40.

Quem utiliza os serviços postais com frequência sabe bem que a situação não é de hoje. O representante Eduardo Macedo, 40, chegou na agência da rua Maria Tomásia, na Aldeota, com o objeto já embalado. “Trago assim porque sei que posso não encontrar“, destaca. Não tinha mesmo. A unidade não dispõe mais de caixas e envelopes plásticos de segurança (Sedex) há um mês. Também faltam sacos nos Correios da avenida Senador Virgílio Távora, na Aldeota.

Procurada pelo O POVO, a estatal não justificou a falta do material. Informou apenas que “o processo de contratação com os fornecedores já foi finalizado e as embalagens já estão sendo produzidas e entregues conforme os pedidos realizados pelas agências“.

Para Alessandra Benevides, professora do curso de Ciências Econômicas da Universidade Federal do Ceará (UFC) em Sobral, a situação é reflexo de problemas fiscais e orçamentários do Governo Federal. “A crise atinge todas as instituições federais e, como não há uma gestão eficiente, vai se agravando“, aponta. Para ela, abrir o capital dos Correios seria uma alternativa para gerar lucratividade e melhorar os serviços. “É preciso quebrar o monopólio, pois, quando abre para a concorrência, gera um incentivo da eficiência“, observa, destacando que é necessário também rever o modelo de gestão da empresa.

O economista Alex Araújo acrescenta que os Correios também têm enfrentado dificuldades de se posicionar no mercado diante dos avanços tecnológicos, o que tem diminuído receita.

“A estatal deve pensar o que ofertará de serviço daqui para a frente e remodelar o seu papel”, explica. Ele diz que a cobrança de R$ 15 por encomenda importada, serviço que começou a ser taxado no último mês de agosto, já demonstrou que a estatal pode reverter a situação ao se adequar às novas demandas.

Fonte: O Povo (Leia o artigo completo)

NO BRASIL: Produtos Xiaomi a pronta entrega com descontão

A fabricante chinesa de dispositivos eletrônicos Xiaomi não tem representação oficial no Brasil e, portanto, quem deseja usar seus smartphones, smartwatches e pulseiras fitness — reconhecidos mundialmente por aliar qualidade a preço acessível — acaba recorrendo à importação. Mas a gente traz aqui uma notícia ótima: a Amazon Brasil vende produtos da Xiaomi e está com uma promoção imperdível até o próximo domingo (7), dando 20% de desconto nesse período em diversos produtos da marca.

E por que comprar Xiaomi com a Amazon? Bom, você sempre tem a opção de importar por conta própria, mas aí acaba arcando com impostos de importação e precisa de uma boa dose de paciência para aguardar os processos alfandegários e dos Correios até que sua compra enfim seja entregue à sua casa. Já com a Amazon, como os produtos já estão no Brasil, a coisa flui muito mais rapidamente: é só comprar, com o valor já em reais (ou seja, sem surpresas na hora de pagar a fatura do cartão), e com a garantia de receber o produto dentro do prazo informado.

Você pode conferir aqui a lista completa de produtos Xiaomi à venda pela Amazon Brasil, mas a gente deu uma olhada geral e destacamos aqui alguns itens que têm a cara do leitor do Canaltech. Vamos lá:

Telefonia móvel

Mi A2

Passeando entre o mundo dos celulares mais básicos até os smartphones topo de linha, o Mi A2 tem tudo o que se espera de um aparelho intermediário. Para começar, ele vem com Android “puro” em sua versão Oreo 8.0, que roda tranquilamente graças à combinação de processador Snapdragon 660 de oito núcleos e 4 GB de RAM.

O aparelho traz também bateria de 3.010 mAh, 64 GB de armazenamento, câmera traseira dupla de 12 + 20 megapixels, câmera frontal de 20 MP e tela IPS LCD com 5,99 polegadas. Ah, e o aparelho é Dual SIM, acomodando chips de diferentes operadoras e já vem desbloqueado.

Na promoção, seu preço fica a partir de R$ 1.294,00.

Mi A2 Lite

 

“Irmão menor” do modelo acima, o Mi A2 Lite tem tela de 5,84 polegadas, 3 GB de RAM e 32 GB de armazenamento, contando com a capacidade do processador Snapdragon 625 de oito núcleos. Ele também conta com as vantagens do Android “puro” em sua versão Oreo, e também é Dual SIM.

Na traseira, o Mi A2 Lite traz câmera principal dupla combinando 12 e 5 megapixels, enquanto a frontal, para selfies, traz 5 MP. Sai por a partir de R$ 869 e há poucas unidades em estoque!

Redmi Note 5

Mais parrudo do que as opções acima, o Redmi Note 5 é ideal para quem precisa de um smartphone mais poderoso, mas sem gastar muita grana com isso. Ele tem tela de 5,99 polegadas, processador Snapdragon 625 de oito núcleos, 4 GB de RAM e 64 GB de espaço interno, e também é Dual SIM.

Sua câmera traseira tem 12 megapixels, enquanto a frontal traz 5 MP com HDR e detecção de faces, tudo isso em um design elegante com acabamento na cor preta. Está custando só a partir de R$ 1.115.

Redmi 6a

Na cor dourada, o Redmi 6a combina processador Mediatek Helio A22 de quatro núcleos que alia bom desempenho a menor consumo de energia e, combinado a 2 GB de RAM e 16 GB de espaço, é ideal para quem precisa de um aparelho mais humilde para as atividades mais básicas da rotina diária.

Sua tela tem 5,45 polegadas, a bateria traz 3.000 mAh, e o aparelho vem com Android Oreo de fábrica. O sistema de câmeras é o seguinte: 13 megapixels na traseira, com outros 5 MP na frontal, contando com detecção de faces e sorriso, HDR e modo panorama. Na promoção, custa a partir de R$ 595!

Outros smartphones

Mas se o que você procura ainda não é nenhuma das opções acima, confira agora mesmo a lista com todos os smartphones Xiaomi disponíveis no site da Amazon Brasil. Tem modelos para todos os gostos e bolsos!

Fonte: Canaltech (Leia o artigo completo)