Papai Noel dos Correios: Campanha de Natal realiza sonhos há quase 30 anos

Para milhões de crianças brasileiras, um presente de Natal é algo tão distante quanto a Lapônia, região no norte da Escandinávia onde “vive” o Papai Noel. Porém, desde 1989, os Correios vêm quebrando essa barreira entre sonho e realidade com sua campanha Papai Noel dos Correios.

“A campanha não nasceu como uma ‘campanha’, mas como uma ação que partiu dos próprios funcionários dos Correios. A central recebia cartas endereçadas ao Papai Noel, e os funcionários, sensibilizados com alguns pedidos, se uniam para realizar os sonhos daquelas crianças. A coisa foi crescendo com o tempo e assim, no boca a boca, essa ação solidária passou a ganhar a força de uma campanha que une todo o Brasil em uma corrente do bem”, conta Marta Maria Manassero, assessora de planejamento e gestão dos Correios e porta-voz da campanha de Natal.

Apenas no ano passado, os Correios receberam mais de 1 milhão de cartinhas. Mais de 600 mil foram adotadas, ou seja, cerca de 60% de pedidos atendidos — quase o dobro dos cerca de 33% desde que a ação ganhou a força de uma campanha oficial da empresa, em 2005.

Lançada no começo do mês de novembro, a campanha Papai Noel dos Correios de 2018 já soma mais de 580 mil cartas recebidas e 315 mil adotadas por pessoas em todo o País.

“Adorei participar em 2017, e este já é o segundo ano que eu adoto uma cartinha. Neste ano eu escolhi 4. Se a criança não pede um brinquedo, eu sempre faço questão de mandar um junto com o que ela pediu”, afirma a dona de casa Maria Lúcia Ramaciotti, que tinha acabado de escolher suas cartas quando a reportagem do HuffPost Brasil foi à Casa do Papai Noel, estrutura montada na agência no bairro da Vila Leopoldina, em São Paulo.

Critérios de escolha das cartinhas

O único critério utilizado para a triagem de cartas que participam das campanhas é que elas sejam de crianças de até 10 anos de idade, com exceção de pessoas com deficiência.

Além das cartas de crianças que escrevem diretamente ao Papai Noel, participam também da campanha estudantes das escolas da rede pública até o 5º ano do ensino fundamental e de instituições parceiras da ação, como creches, orfanatos e núcleos socioeducativos.

Essa triagem é feita na Sala dos Sonhos, onde funcionários de diversas áreas dos Correios se revezam para separar e catalogar cada cartinha.

“Eu sou um rena, só falta o nariz vermelho”, brinca Claudia Maria Pereira da Silva, coordenadora da Sala dos Sonhos há 10 anos. No restante do ano, ela trabalha como agente dos Correios na área de suporte. “Depois que comecei a participar da campanha, nunca mais reclamo de nada. Já vi milhares de cartinhas pedindo comida porque a criança tinha apenas a merenda da escola como única refeição do dia. É de cortar o coração, mas ao mesmo tempo é uma felicidade muito grande poder ajudar tantas crianças a ter uma alegria nessa data tão especial”, diz Claudia.

Os pedidos de presente de Natal

Mesmo com toda a boa vontade do mundo, ao procurar uma cartinha para adotar, muitas pessoas se assustam com pedidos de presentes caros. Mas isso não é algo que preocupe os Correios.

“Crianças sempre serão crianças, independentemente de sua classe social. Muitas vezes elas querem o que está na moda ou mesmo algo que sempre sonhou em ter e nunca teve. Isso não é um problema para nós. O que importa é que toda elas, independentemente se sua cartinha será adotada ou não, receberão uma cartinha do Papai Noel, e essa resposta faz toda a diferença”, explica Marta. “Se a pessoa achar o pedido muito caro, há sempre a possibilidade de se adotar uma cartinha em grupo”, acrescenta.

HuffPost Brasil adota cartinhas

A equipe do HuffPost Brasil também participou da campanha. Foram 10 cartinhas adotadas, 5 de meninos e 5 de meninas.

Entre os desejos, bonecas, carrinhos, videogame, bonecos de super-heróis e até um gato de verdade — mas nesse caso a criança deu a opção de dar um brinquedo, já que embalar um gato seria complicado. Pedidos de roupinha e calçado também foram feitos.

Por recomendação dos Correios, as identidades das crianças não podem ser informadas.

Como participar do Papai Noel dos Correios

Para adotar uma cartinha você pode ir a um das agências dos Correios listadas aqui. Não há limite para a adoção; você pode adotar quantas cartas quiser.

Após adotar, leve o presente devidamente embalado até o local definido pelos Correios na sua localidade e pronto, os ajudantes do Papai Noel dos Correios fazem o resto do trabalho.

A data limite para a entrega dos presentes varia de acordo com o estado. Essa informação pode ser consultada aqui.

Fonte: Huffpostbrasil

Correios iniciam projeto-piloto para emissão de carteira de trabalho

Carteiras de trabalho começaram a ser emitidas hoje (3) em agências dos Correios em Presidente Prudente, no interior paulista. Na última sexta-feira (30), as emissões, sem custo para o trabalhador, foram iniciadas em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. A iniciativa é um projeto-piloto nas duas cidades a partir de um acordo entre o Ministério do Trabalho e os Correios. Após a conclusão desta fase, será avaliada a possibilidade de expansão do serviço.

A previsão é que sejam emitidas mais de 530 carteiras de trabalho por mês nas unidades até o dia 19 de dezembro. Os Correios estão presentes em mais de 7 mil cidades do Brasil. Nesse sentido, a proposta é descentralizar a emissão de carteiras de trabalho e aproximar o serviço do cidadão.

Serviço

Para solicitar a Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) nos Correios das cidades de Presidente Prudente e São Bernardo do Campo, o trabalhador deve comparecer pessoalmente a uma agência de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, levando os seguintes documentos: documento oficial de identificação com nome do interessado, data, estado e município de nascimento, filiação, órgão emissor e data da emissão (por exemplo: RG, carteira de reservista, certidão de nascimento); Cadastro de Pessoa Física (CPF); comprovante de residência com CEP; certidão de nascimento ou casamento para comprovação do estado civil; e foto 3×4, com fundo branco, colorida e recente.

Também podem ser realizados nessas agências dos Correios, os serviços de segunda via da CTPS em razão de perda, roubo ou furto e segunda via de continuação, nos casos em que os campos de registro da carteira estão totalmente preenchidos.

Fonte: Agencia Brasil

Anatel passa a cobrar R$ 200 de taxa sobre produtos importados

Celulares, drones e dispositivos eletrônico comprados pela internet, agora passam por uma fiscalização da Anatel juntamente com a Receita Federal, que podem cobrar uma taxa de R$ 200 para homologar o produto. Caso o comprador não efetue o pagamento, o material fica apreendido nos Correios.

O valor da taxa ainda pode subir para R$ 500 caso o produto seja usado para fins comerciais. Esses valores vão para o Fistel (Fundo de Fiscalização das Telecomunicações), uma das fontes de recursos da Anatel.

Além da restrição, a agência ainda relatou, por meio de comunicado emitido nesta terça-feira (27), que os consumidores são proibidos de importar smartphones via Correios no Brasil. As compras em sites ou grupos de venda do exterior estão inclusas nesta regra, que impede a encomenda de celulares, notebooks e outros produtos de lojas da China.

Com a fiscalização mais bruta, a forma de trazer um desses aparelhos é trazendo consigo durante uma viagem internacional.

Produtos que precisam ser homologados

Todos os dispositivos que envolvam telecomunicações, como 4G, Wi-Fi ou Bluetooth. Isso inclui celulares, TV boxes, drones, teclados e mouses sem fio, roteadores e dongles Wi-Fi, rádios de comunicação, microfones sem fio e outros “dispositivos de telecomunicações ou que usam Bluetooth, Wi-Fi, rede celular ou outras transmissões de radiofrequência”.

A homologação é menos complicada para alguns tipos de produtos, como drones. A agência explica que os equipamentos de telecomunicações são divididos em três categorias:

Categoria I
Equipamentos terminais destinados ao uso do público, como, por exemplo, telefone celular, baterias para celular e cabos para uso residencial

Categoria II
Equipamentos que fazem uso do espectro radioelétrico para transmissão de sinais, como, por exemplo, antenas, equipamentos com interfaces wi-fi, bluetooth e drones.

Categoria III
Equipamentos não inclusos nas categorias acima, que são materiais utilizados nas redes das prestadoras de serviço de telecomunicações, como cabos.

Drones têm mais facilidade de homologação

Os produtos das categorias I e III, ou seja, qualquer celular e smartphones importados por exemplo, não são dispensados de passar pela homologação da Anatel.

Por outro lado, os dispositivos na categoria II (drones, Wi-Fi, Bluetooth) podem ser homologados por meio de uma declaração de conformidade. Neste caso, é possível apresentar uma certificação estrangeira aceita pela Anatel para substituir os testes feitos pela agência.

“Os processos de certificação e homologação existem para garantir mais segurança ao consumidor. Ao adquirir um produto importado para uso próprio é importante que o consumidor compre em lojas confiáveis e sempre pergunte e verifique se o produto em questão tem certificação expedida ou aceita pela Anatel”, pontuou a agência.

Fonte: JC Online

Comprei pela internet e não recebi o produto, o que fazer?

O e-commerce trouxe comodidade aos consumidores, isso não há o que negar. A facilidade em escolher entre diversos modelos, pesquisar preços, receber o produto em casa, fez com que deixemos cada vez mais de comprar em lojas físicas. E não é somente aparelhos eletrônicos. Compramos roupas, acessórios, material esportivo, eletrodomésticos e até comida pela internet, mas esse novo hábito tem sido fonte para que criminosos possam tirar vantagem de pessoas. Veja algumas dicas para você que passou por problemas tentar saná-los. E se você ainda não foi vítima, peço que leia também para evitar de cair em golpes.

As lojas, por sua vez, tem que cumprir com normas que vigoram em seus estados e, principalmente, em se tratando de relação de consumo, seguir as normas do código de defesa do consumidor. As relações de compra entre pessoas e empresas (b2c) ou empresas e empresas (b2b), são regulamentadas pelo código do consumidor ou então pelo código civil. Portanto, exija seus direitos.

Comprei e não recebi meu produto, o que fazer?

Nada deve ser mais incômodo do que o prazo de um produto expirar e você ficar a ver navios. Eu pelo menos tenho aflição quando recebo o código de rastreio de um produto. Fico encarando diariamente aquela tela da empresa que faz o transporte para saber por aonde anda a minha encomenda.

Pois bem, e se o produto não chega, como proceder? Primeiro você deve entrar em contato com a empresa que fez a compra e solicitar um retorno dela. Anotar informações como o protocolo do atendimento, a data e os horários que o fez são fundamentais. Este contato é importante, afinal, mostra que você está correndo atrás de seu produto e tentando resolver o problema de forma simples e pacífica.

Caso não haja algum retorno positivo, você pode exigir que a oferta seja cumprida. Oferta = valor do produto, prazo de entrega e forma de pagamento. Ou então, cancelar o pedido, e exigir a totalidade do valor pago corrigido, caso já o tenha pago.

Prazo expirado, o que fazer?

Passado o prazo de entrega, é direito do consumidor decidir o que fazer. Se ainda quer manter o produto ou não. Não importa se a empresa alegue que não havia estoque, ou se a culpa é do fabricante. Prazo expirado, culpa do vendedor e não do comprador. O fornecedor tem a obrigação de ter controle sobre sua atividade e, por isso, só deve estipular prazos e condições de entrega que possa cumprir, sob pena de ter que indenizar o consumidor caso não o faça.

Tentei de tudo, a empresa não retorna, o que fazer?

Procure pela nota fiscal, dirija-se até o PROCON mais próximo, leve o protocolo de atendimento e tudo que você guardou como informação (vale print-screens, confirmação de compra via e-mail, fatura do cartão, etc.). Exija seus direitos e deixe nas mãos do PROCON. Eles vão notificar a empresa que efetuou a venda e tomar as medidas cabíveis. Caso ainda não haja resultado efetivo, aconselhamos a procurar seus direitos juridicamente.

Comprei pelo Mercado Livre e não recebi o produto do vendedor, o que fazer?

Quando compramos em sites de leilão ou onde o processo de venda passa por terceiros, é importante que o consumidor tome algumas precauções extras. O próprio Mercado Livre conta com um sistema muito bom de classificação de vendedores. O vendedor GOLD e PLATINUM, são indícios de que este vendedor tem uma excelente reputação. Certamente, ele não vai querer ter seu nome manchado por uma venda mal entregue e caso ocorra algum problema, certamente se esforçará ao máximo para resolvê-la rapidamente.

Algum dos cuidados básicos que você deve tomar inclui:

  • Verifique a reputação do vendedor;
  • Verifique o endereço do estabelecimento físico do fornecedor;
  • Ligue para o telefone que ele indica para conversar e ter mais informações;

Uma outra dica é sempre pagar através do Mercado Pago, um sistema onde você efetua o pagamento e ele vai para uma conta gerenciada pelo próprio Mercado Livre. O dinheiro só será liberado para o vendedor após você receber o produto e ver que está tudo bem com ele. Caso tenha algum problema com o produto você pode iniciar uma mediação e facilmente poderá reaver seu dinheiro. Portanto, nada de transferência bancária para a conta do vendedor, ok? Ainda mais se ele for um vendedor novato ou não tiver reputação sólida.

Mas comprei de um vendedor e ele não retornou. Neste caso de leilão virtual a questão jurídica se torna um pouco mais difícil, pois o site é intermediário do contato entre o comprador e o vendedor e pode ou não ser responsabilizado pela transação. Depende do julgamento do Juíz, segundo o advogado Philipe Cardoso, da Cardoso Advogados.

Pesquise reputação no site Reclame aqui

Se você ainda não conhece o site Reclame Aqui, deveria. O site é o maior organizador de reclamações na internet brasileira. Com uma simples pesquisa pelo nome da empresa, você já fica sabendo tudo que aconteceu com os consumidores da loja. Problemas de entrega, atrasos, sem respostas, tudo que as pessoas passam, elas postam lá. Verifique no site, a taxa de respostas, e se as pessoas que foram respondidas, voltariam a comprar.

Fonte: Oficina da NET

 

Comprou na Black Friday e se arrependeu? Veja o que fazer

Os consumidores que agiram por impulso nas compras da Black Friday ainda podem voltar atrás. De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, é possível cancelar a compra no prazo de 7 dias corridos após a compra ou a entrega do produto. Mas essa desistência só vale nas compras pela internet, catálogos, telefone ou em domicílio.

Segundo Vanessa Louzada, advogada especializada em direito do consumidor, não é necessário apresentar nenhuma justificativa, e o pedido de cancelamento não tem qualquer custo. Ela aconselha documentar por e-mail o pedido de desistência pois, se houver cobrança do produto, o consumidor tem direito à devolução do valor em dobro e uma indenização compensatória.

A empresa é obrigada a oferecer a opção de devolver o dinheiro, mas não está proibida de apresentar outras alternativas como a troca por outro produto ou um vale-compra com o mesmo valor da mercadoria devolvida.

O consumidor deve mandar o produto a ser devolvido pelos Correios e quem paga pela despesa do envio é a loja – desde que seja respeitado o prazo de 7 dias após o recebimento da mercadoria.

Loja física

No caso das lojas físicas, não há a possibilidade de cancelamento da compra, apenas troca do produto. Mas o estabelecimento comercial só é obrigado a trocar o produto em caso de defeito. No entanto, os lojistas adotaram a prática de fazer a troca em qualquer caso por uma liberalidade no setor comercial devido à concorrência, segundo Vanessa.

Via de regra, as lojas estipulam 30 dias para o consumidor fazer a troca. Se o estabelecimento se comprometer a fazer a troca, terá de fazê-la. Geralmente o aviso da troca é colocado em cartaz, na nota fiscal ou na própria etiqueta do produto. A loja pode pedir a nota fiscal ou que seja mantida a etiqueta no produto para fazer a troca.

Defeito

O Código de Defesa do Consumidor estabelece o prazo de 30 dias para reclamações sobre problemas aparentes ou de fácil constatação no caso de produtos não duráveis, como cosméticos e alimentos, e de 90 dias para itens duráveis, como televisão, computador e celular. Essa reclamação pode ser feita tanto para o lojista como para o fabricante, pois ambos têm responsabilidade partilhada dentro da cadeia do consumo, segundo Vanessa.

Geralmente a empresa estabelece prazo de 30 dias para reparar o dano. Ou seja, a troca não precisa ser feita de forma imediata. Mas o estabelecimento pode ainda adotar o prazo de 7 dias a 6 meses, conforme prevê o Código de Defesa do Consumidor, desde que informe isso ao cliente por meio da nota fiscal, no próprio produto ou em contrato.

Se o problema não for resolvido no prazo estipulado, o consumidor pode escolher entre a substituição do produto, restituição do valor pago ou o abatimento proporcional do preço na compra de outro produto.

Fonte: G1