Funcionários dos correios são presos em Curitiba

Três funcionários dos correios foram presos nesta quinta-feira 28/02 de manhã em Curitiba. Segundo a polícia, eles violavam encomendas internacionais e roubavam os conteúdos, inclusive drogas sintéticas, que entram ilegalmente no país. Veja mais detalhes na reportagem a seguir.

Fonte: Ric mais

Três pessoas são presas em Jataí após receberem drogas via Sedex

Nesta quarta-feira (13) o Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc) de Jataí, cidade a 320 quilômetros de Goiânia, desarticulou uma quadrilha especializada em comercializar drogas sintéticas utilizando o serviço de encomenda expressa nacional (Sedex) dos Correios. Através do serviço, o grupo recebia as substâncias para fabricação de entorpecentes.

De acordo com o delegado que coordenou as investigações, Dannilo Proto, o chefe do grupo comprava a substância ilícita de fornecedores de todo Brasil, que enviavam o produto em envelopes lacrados. Após as investigações, o Genarc interceptou uma encomenda encaminhada via Sedex endereçada a M.O.S., 22 anos, o qual já havia recebido outras “correspondências” semelhantes.

M.A.F. de 22 anos e M.O.S foram presos em Jataí. O chefe da quadrilha, L.S.O, 24 anos, foi detido na capital. Ele contava com colaboração de seus amigos criminosos e comercializava a droga em festas na cidade interiorana”, conta Proto.

Em vídeo divulgado pela Polícia Civil, um policial abre um dos envelopes apreendidos no Correios com autorização judicial. “Um envelope comum proveniente de outro estado, com nomes muitos comuns os quais jamais seriam identificados”, diz o policial. A embalagem continha 30g de MD, o princípio ativo do ecstasy.

Nota resposta

Os Correios informam que estão colaborando com a polícia e permanecem à disposição para fornecer todas as informações necessárias à investigação do caso. A empresa alega realizar esforço para combater o envio e recebimento de ilícitos nas remessas postais. “Para tanto, a fiscalização de pacotes e envelopes é realizada diariamente por meio, principalmente, de equipamentos de raio-x. Sempre que há suspeita de algo irregular, o objeto é retido e os órgãos competentes são acionados para a abertura do pacote e tomada de providências cabíveis”.

Fonte: Mais Goiás

drogas e lança perfumes

Produtos apreendidos por Analistas-Tributários

Analistas-Tributários participam de apreensão de lança-perfumes e objetos falsificados enviados pelos Correios

Analistas-Tributários participaram nesta última terça-feira, dia 29 de janeiro, no Centro de Tratamento de Encomendas dos Correios de Recife, da apreensão de drogas ilícitas, de 30 frascos de lança-perfume, de anabolizantes e ainda de objetos falsificados, como celulares e relógios. A fiscalização foi intensificada pela Receita Federal por conta da aproximação com o carnaval.

As mercadorias apreendidas tinham como destino Pernambuco, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. Os remetentes, de vários estados brasileiros, em sua maioria das regiões Sul e Sudeste, têm 30 dias para esclarecer e comprovar a regularidade da importação dos bens, exceto dos entorpecentes.

Caso não façam, serão abertos processos administrativos que culminam em uma representação fiscal para fins penais. Os processos são encaminhados para o Ministério Público Federal, que decide se irá mover a ação penal. Os bens que não sofreram adulteração serão leiloados. Já no caso das drogas, a Polícia Federal é a responsável pela destruição.

FONTE: http://sindireceita.org.br

PF-correios-drogas

PF prende suspeito que enviava ecstasy via Correios para todo o país

Movimentação de recursos financeiros na conta-corrente do distribuidor ultrapassou R$ 500 mil num período de 10 meses, segundo investigações

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (17/10) a Operação Hipster com o objetivo de prender responsáveis pela produção e distribuição de ecstasy para vários estados do Brasil.

A investigação teve início a partir de informações recebidas relativas à compra de uma prensa para a produção de drogas e diversas remessas postais contendo comprimidos de ecstasy numa agência dos Correios em Curitiba (PR). O DEA (órgão que combate as drogas nos Estados Unidos) deu apoio com informações.

Durante a investigação, num período de dois meses, foram identificados o envio de pelo menos 80 envelopes e grande movimentação de recursos financeiros na conta-corrente do suspeito que ultrapassou R$ 500 mil num período de 10 meses.

Vinte e cinco policiais federais cumprem cinco mandados de busca e apreensão e quatro de prisão temporária. Um dos alvos é um estudante universitário.

Se condenados, os presos poderão ter penas superiores a 20 anos de prisão.

Fonte: Metrópoles (Leia o artigo completo)

Polícia Civil coíbe tráfico de drogas sintéticas pelos Correios

Operação resultou na prisão de 15 pessoas durante cumprimento de mandados

A Polícia Civil deflagrou uma operação, na manhã desta segunda-feira, 15, com o objetivo de coibir o tráfico organizado de drogas sintéticas, como ecstasy e LSD. A ação foi chamada de Presságio. Foram dez meses de investigações em que a polícia, com a ajuda da Coordenadoria de Segurança dos Correios no Rio Grande do Sul, monitorou e investigou o envio de drogas por meio do serviço de encomendas para várias localidades.

As investigações apontaram que três células de envio de entorpecentes eram utilizadas para encaminhamento das drogas – Porto Alegre, São Leopoldo e Glorinha, onde ficavam as principais agências utilizadas pelos investigados para o envio das drogas.

As investigações se intensificaram em abril, durante o cumprimento de medidas judiciais especiais de investigação. Os policiais conseguiram imagens de circuito interno de videomonitoramento, imagens especiais, realizando apreensões dos entorpecentes encaminhados, e monitoramentos de entrega de drogas dos investigados, o que possibilitou obter material probatório das atividades criminosas de narcotráfico.

As investigações apontaram que ocorreram remessas de drogas para dez estados e para o Distrito Federal (Brasília), em quantias consideráveis de entorpecentes. Os investigados utilizavam redes sociais, principalmente grupos de WhatsApp e Facebook, para divulgar seus serviços, expandindo assim a clientela para todo o Brasil. As drogas eram tabeladas e a taxa de frete era a cargo do comprador que utiliza-se de depósito bancário para concluir a transação. O esquema era organizado com divisão de tarefas, preços, rotas e prazos definidos.

Foram solicitados quatro mandados de prisão e 28 mandados de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Cararina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Goiás, Brasília, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraíba e Amazonas, além do Distrito Federal, com ações em 27 municípios. No decorrer do cumprimento das ordens judiciais foram presas sete pessoas. Durante as investigações ainda foram realizadas oito prisões em flagrante com apreensão de ecstasy e tubos de lança perfume além de substância característica de Cloreto de Etila para produção de entorpecente, totalizando 15 prisões em toda investigação.

No período foram realizadas diversas apreensões 4.960 comprimidos de ecstasys, 709 pontos de LSD, 150 vidros de lança perfume e 211 gramas de MDMA. Em valores, os entorpecentes apreendidos representam aproximadamente meio milhão de reais.

Os investigados serão indiciados pelos crimes de tráfico de drogas, com agravamento de pena pela interestadualidade, associação para o tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro. O nome da Operação Presságio advém da ideia de indícios de que algo está para acontecer, devido ao contexto das remessas e do monitoramento da Polícia Civil.

As investigações contaram com o apoio das polícias civis de outros estados e do Gabinete de Inteligência da Polícia Civil do Estado do Rio Grande do Sul. Segundo o delegado Thiago Lacerda, o esquema funcionava com a vinda de drogas da Europa para o Centro-Oeste do Brasil, indo para o Rio Grande do Sul e a partir daí para vários estados brasileiros.

O diretor de investigações do Denarc, delegado Mario Souza, enfatizou que a investigação foi sensível e abrangente para identificar o esquema suspeito de envio de drogas sintéticas para boa parte do Brasil. “Destaco que as drogas sintéticas envolvem um contexto de pessoas com grau de instrução diferenciado e boa condição econômica”, salientou o delegado. A operação foi deflagrada por meio da 2ª Delegacia de Investigações do Narcotráfico (DIN), do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc).

Fonte: GAZ (Leia o artigo completo)