ES: veja como fica o funcionamento dos Correios no Carnaval

No feriado de carnaval, o atendimento dos Correios será realizado da seguinte maneira: No dia 1º de março (sexta-feira), todas as unidades de atendimento funcionarão normalmente, bem como a rotina de entregas de cartas e encomendas em todo o país. No sábado, dia 2, as entregas serão feitas normalmente e haverá funcionamento somente das agências que abrem nesse dia da semana.

Nos dias 3, 4 e 5 de março, não haverá atendimento e entrega de objetos postais.

Na quarta-feira, dia 6 de março, as atividades de distribuição domiciliária serão retomadas e as agências vão funcionar. Parte das agências terá expediente normal e parte expediente especial. Confira o horário de atendimento de cada agência na tabela.

As transações do Banco Postal e as postagens ocorridas entre os dias 2 e 5 de março serão consideradas como realizadas no próximo dia útil.

Documentos perdidos

Durante o feriado prolongado, é comum as pessoas perderem seus documentos. Para aqueles que se encontrarem nessa situação, os Correios disponibilizam o serviço de Achados e Perdidos. Quem encontrar documentos de outras pessoas pode entregá-los pessoalmente em qualquer agência dos Correios ou depositá-los nas caixas de coleta. Depois de cadastrados, os documentos ficam à disposição para serem resgatados pelo período de 60 dias. Após esse prazo, eles são encaminhados ao órgão emissor/origem.

Fonte: Aqui notícias

Compra pela Amazon? Vêm aí entregas mais ecológicas

A gigante do e-commerce anunciou os novos planos de transformar metade do total de entregas livres de carbono até 2030. Esta iniciativa, que tem o nome de ”Shipment Zerotambém inclui a disponibilização no site da empresa dados relativos a pegada de carbono no final deste ano, escreve a ”CNBC”.

Para atingir esse objetivo, a Amazon realça que irá implementar mais energias renováveis, como a energia solar, ter mais encomendas a serem entregues em carrinhas elétricas e pressionar os fornecedores a refazerem as suas embalagens.

A McDonald’s, a Coca-Cola e outras grandes empresas que produzem muitos resíduos anualmente anunciaram iniciativas semelhantes, na esperança de atrair clientes preocupados com o meio ambiente.

A Amazon, sediada em Seattle, nos EUA, afirmou no comunicado que, nos últimos dois anos, tem vindo a rastrear a pegada de carbono e a desenhar maneiras de reduzir o uso desse elemento químico na empresa. ”Não vai ser fácil alcançar esse objetivo, mas vale a pena estarmos focados e sermos teimosos em alcançar esta meta. Estamos comprometidos em atingi-la”, disse Dave Clark, vice-presidente sénior de operações mundiais da Amazon.

Atraso nas entregas crescem 14%

Reclamações de atraso na entrega pelos Correios crescem 14% em 2018 no site Reclame Aqui

Nos últimos 3 anos, 60 mil consumidores reclamaram da demora no serviço.

Levantamento divulgado pelo site Reclame Aqui aponta aumento de 14% nas reclamações referentes a atraso na entrega de encomendas pelos Correios em 2018 em relação a 2017.

Apesar disso, o aumento foi menor que o registrado de 2016 para 2017, quando a estatal teve 28% a mais de queixas no Reclame Aqui.

Os Correios informaram que em seus registros verificou-se que em 2017 o número de reclamações nos canais oficiais da empresa representaram 0,37% do total de objetos entregues naquele ano. Já em 2018, as reclamações registradas representaram 0,34% do total de objetos entregues – veja nota na íntegra abaixo.

Entre 2016 e 2018, foram 60 mil reclamações referentes ao atraso de encomendas. O número vem aumentando – passou de 16.009 em 2016 para 23.482 em 2018.

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O mês com maior número de queixas é dezembro, por conta do Natal e também pela Black Friday, que acontece em novembro e gera reclamações de produtos não recebidos.

Além disso, nenhuma das 60.260 reclamações recebidas em 2018 foi respondida pelos Correios. Consequentemente, a estatal fechou o ano com reputação “Não Recomendado” no site. Nesse total de reclamações entram outras queixas além do atraso na entrega, como qualidade do serviço prestado, demora na execução de outros serviços dos Correios, mau atendimento e entrega no endereço errado.

“Os Correios são o maior fornecedor logístico dos e-commerces brasileiros, assim sendo, em toda entrega que for realizada, eles são parte da cadeia de consumo, já que são remunerados diretamente pela entrega do produto, que por sua vez faz parte do contrato de compra e venda estabelecido entre o cliente e o e-commerce”, explica o diretor de operações do Reclame Aqui, Diego Campos.

Veja nota dos Correios na íntegra:

Os Correios possuem canais oficiais de relacionamento com os clientes (0800-725-0100 ou em http://www2.correios.com.br/sistemas/falecomoscorreios/), por isso não respondem às reclamações do site Reclame Aqui. Em histórico apurado nos registros dos Correios, verificou-se que em 2017, o número de reclamações nos canais oficiais da empresa representaram 0,37% do total de objetos entregues naquele ano. Já em 2018, as reclamações registradas representaram 0,34% do total de objetos entregues. Essa queda no número de reclamações é inversamente proporcional à melhora da qualidade operacional dos Correios. Em dezembro do ano passado, por exemplo, o percentual de encomendas entregues no prazo foi de 99%, ou seja, a cada 100 objetos, 99 foram entregues rigorosamente no prazo.

FONTE: https://g1.globo.com

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Em greve, Correios farão mutirão atualizar entregas

Em greve, Correios farão mutirão para atualizar entregas

Os Correios anunciaram um mutirão neste fim de semana, hoje e amanhã, para colocar em dia a entrega de cartas e encomendas atrasadas em razão da greve dos trabalhadores, que foi deflagrada na última quarta-feira (21). Parte dos trabalhadores da empresa em 21 estados e no Distrito Federal está com as atividades suspensas, de acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect).

A Bahia é um dos estados em greve, mas um total de 3.857 empregados continua desempenhando suas atividades normalmente, segundo a Coordenação de Comunicação dos Correios na Bahia. O número corresponde a 74,91% do efetivo total no estado. Em todo o Brasil, 91,3% do efetivo dos Correios está trabalhando normalmente – o que corresponde a 99.130 empregados, ainda de acordo com a empresa.

Em nota, os Correios informaram que o mutirão deste fim de semana “nas localidades em que há paralisação parcial faz parte do Plano de Continuidade de Negócios, que também prevê medidas como deslocamento de empregados entre as unidades e realização de horas extras”.

O comunicado diz ainda que “a rede de atendimento está aberta em todo o país e todos os serviços, inclusive o SEDEX e o PAC, continuam sendo postados e entregues em todos os municípios do país, sem exceções”.

Já os serviços com hora marcada (Sedex 10, Sedex 12, Sedex Hoje, Disque Coleta e Logística Reversa Domiciliária) estão com postagens suspensas para os seguintes destinos: Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraíba e Piauí, e para as cidades de São José dos Campos (SP), Ribeirão Preto (SP), Campinas (SP) e São José do Rio Preto (SP). O volume dos serviços com hora marcada postado para esses destinos representa apenas 0,5% de todas as encomendas entregues pelos Correios e a suspensão foi realizada com o intuito de redirecionar os recursos para os demais serviços, que são os mais utilizados pelos clientes.

Quanto à negociação, os Correios alegam que continuam as tratativas com representantes da Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect). Segundo a empresa, a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) decidiu iniciar a paralisação nas bases de seus sindicatos filiados antes de esgotado o diálogo sobre as cláusulas previstas no acordo.

“A atitude da Fentect coloca em risco não apenas a qualidade dos serviços prestados aos clientes e à população brasileira, mas compromete a sustentabilidade dos Correios e prejudica todo o esforço realizado durante este ano para reverter a situação financeira da empresa”, diz a nota.

A Fentect afirma que a greve foi o último recurso e que está aberta a negociação, mesmo após 50 dias de conversas sem chegar a um acordo.

Fonte