Indenização a clientes por serviços não prestados

Os Correios indenizam os clientes por eventuais serviços não prestados, atraso na entrega, devolução/entrega indevidas ou, ainda, por inconformidades que comprometam a integridade do conteúdo do objeto, como avaria, espoliação, extravio, roubo etc.

Tipos de indenizações

Por atraso

Em caso de atraso na entrega, por falha dos Correios, haverá devolução progressiva sobre os valores pagos na postagem da remessa, excetuando-se os serviços e produtos adicionais, conforme os seguintes percentuais:

Por extravio, roubo, entrega indevida

Serão restituídos os valores pagos pelo serviço de entrega, acrescidos dos valores dos serviços e produtos adicionais adquiridos, exceto ad valorem.
– Quando não contratado o serviço adicional de Valor Declarado, aos valores acima será acrescido o valor da indenização automática prevista para o serviço contratado;
– Quando contratado o serviço adicional de Valor Declarado, aos valores acima será acrescido o valor total declarado, conforme Nota/Cupom Fiscal ou Formulário de Declaração de Conteúdo.

Por espoliação, avaria total ou parcial

Os objetos postais que sofrerem espoliação, avaria total ou parcial serão indenizados, conforme resultados das apurações realizadas pelos Correios.

Por devolução indevida

Serão restituídos os preços postais pagos, bem como os valores dos serviços adicionais contratados, exceto o ad valorem.

Por serviços não prestados

 Serão restituídos os valores postais pagos, acrescidos dos serviços adicionais, se contratados.

Fonte: Correios

Correios vão cortar 20 mil cargos no país; cenário no ES é incerto

Correios vão cortar 20 mil cargos no país; cenário no ES é incerto

Segundo os Correios, nos últimos anos têm sido adotadas uma série de mudanças para melhorar os resultados financeiros e a qualidade operacional dos serviços

Os Correios, que completaram 50 anos de empresa pública nesta quarta-feira (20), passam por um plano de reestruturação. A estimativa é que o corte no número de funcionários seja de 20%, o que representa 20 mil vagas em todo o país.

Entretanto, ainda não há confirmação de que a reformulação atinja funcionários que atuam no Espírito Santo. Hoje, a estatal conta com 2.041 trabalhadores e, ao todo, são 130 agências abertas no Estado, entre próprias e franqueadas. Questionada, a assessoria informou que “tais medidas são corporativas, ou seja, ocorrem em toda a empresa”.

De acordo com a assessoria dos Correios, para reduzir o número de empregados, a empresa avalia a implementação de iniciativas como reenquadramento de cargo, cessão para outros órgãos do governo federal ou adesão a um plano de desligamento incentivado. Segundo informação da “Folha de São Paulo”, no plano de reestruturação, agências próximas às outras podem ser fechadas.

Perdeu algum documento? Ele pode estar disponível nos Correios

A comunicação dos Correios afirmou que, entre as ações em execução estão o controle de despesas, a redução de custos com pessoal e otimização da rede de agências, com foco nas necessidades dos clientes, aderente aos novos mercados e serviços.

Nos últimos anos, os Correios vêm adotando uma série de mudanças para melhorar os resultados financeiros e a qualidade operacional, de acordo com a assessoria. Em 2015, a empresa contava com 118 mil empregados; em 2016, 115 mil; e, em 2017, 108 mil empregados.

No Espírito Santo, em 2015 eram 2.264 empregados; em 2016, 2.190; em 2017, 2.023; e, em 2018, 1.999 funcionários. Neste ano, houve aumento de 42 trabalhadores no efetivo.

FONTE: https://www.gazetaonline.com.br

Frente Parlamentar em defesa dos Correios reafirma compromisso com trabalhadores

Frente Parlamentar em defesa dos Correios reafirma compromisso com trabalhadores

Defender os Correios como empresa pública é um compromisso com a soberania nacional. O papel que desempenham milhares de funcionários é essencial nesse trabalho social que interliga o Brasil de ponta a ponta. Por essas razões, na quarta-feira (19), foi lançada na Câmara dos Deputados a Frente Parlamentar em Defesa dos Correios, que será presidida pelo deputado Leonardo Monteiro (PT-MG).

O lançamento da Frente ocorre no mesmo dia em que a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos completa 50 anos, apesar de acumular 356 de serviços postais no Brasil. Apesar de ser um patrimônio nacional, a estatal sofre com tentativas de privatização e constante sucateamento. O deputado Leonardo Monteiro ressaltou a necessidade da união das entidades representativas de classe com a Frente:

“A importância da Frente é o diálogo e a voz dada aos trabalhadores, principalmente nos últimos anos com uma onda de retrocessos, retirada de direitos e frequentes tentativas de privatização e ataque à soberania nacional. Os Correios tem papel fundamental na integração regional. Vamos continuar trabalhando na Frente pelo diálogo, em defesa da estatal e seus trabalhadores e na construção de alternativas por um Correios público e de qualidade”.

José Rivaldo, da Federação dos Trabalhadores dos Correios (Fentect), defendeu maior mobilização contra a privatização dos Correios.

“Chegamos a esse dia com várias ameaças, mas precisamos acreditar em nós, que fazemos os Correios no dia a dia. Se não dermos as mãos, corremos o risco de terminar o ano entregues à iniciativa privada. A Federação está disposta em manter os Correios 100% público”.

Para o deputado federal Vicentinho (PT-SP), o posicionamento da direção da empresa é fundamental para sua defesa.

“Um exemplo é Minas Gerais que tem muitas cidades pequenas e o fechamento de agências é um prejuízo. Desejo que a nova direção tenha uma postura mais estadista”, ressaltou.

Participaram ainda da atividade da Frente os deputados Nilto Tatto (PT-SP), João Daniel (PT-SE), Carlos Veras (PT-PE), Rogério Correia (PT-MG), José Ricardo (PT-AM), Zé Carlos (PT-MA), além dos dirigentes da Federação dos Trabalhadores dos Correios (Fentect), José Rivaldo da Silva; da Federação Interestadual de Sindicatos dos Trabalhadores dos Correios (Findect), Manoel de Lima Feitosa; da Associação dos Profissionais dos Correios (Adcap), José Maria dos Santos Silva; da Associação dos Analistas dos Correios do Brasil (AACB), Jailson Pereira; da Associação Nacional dos Trabalhadores dos Correios (Anatect), Edilson Nery; o representante dos Correios, Gilmar Castello, e lideranças políticas e representantes de movimentos sociais.

Assessoria de Comunicação

FONTE: https://ptnacamara.org.br

Correios anunciam aumento médio de 8,03% para Sedex e PAC

Os Correios anunciaram o reajuste médio de 8,03% nos serviços de Sedex e PAC a partir do dia 6 de março. Os percentuais de reajustes podem variar de acordo com as regiões, uma vez que os custos de operação também são distintos, segundo a estatal.

De acordo com os Correios, o valor médio é próximo à variação do IGP-M de 2018, que foi de 7,54%.

No ano passado, as tarifas de Sedex e PAC tiveram aumento que variou de 8% a 51%, quando a inflação ficou em torno de 3%, o que acabou gerando protestos por empresas de e-commerce.

De acordo com os Correios, desta vez, haverá redutores de preço de até 4% para o PAC em contratos de varejo, para os clientes que realizarem a pré-postagem de forma eletrônica.

A estatal explica que, para a manutenção dos redutores de preço nas postagens de encomendas das micro e pequenas empresas, há o pacote básico que pode ser contratado pela internet e oferece preços mais competitivos em relação aos praticados na modalidade de pagamento à vista, além de permitir faturamento das postagens e não possuir cobrança de valor mínimo mensal.

Os Correios anunciaram ainda a retomada do pacote de serviços Encomenda 1 – que estava suspensa desde o ano passado -, com cobrança mínima mensal de R$ 1 mil em consumo de serviços de encomendas. Os clientes que não atingirem esse valor podem optar pelo pacote básico que isenta a cobrança de cota mínima.

Outra novidade será o fim da exigência de quantidade mínima de encomendas. A concessão dos pacotes de serviços de encomendas será norteada pelo valor mínimo mensal.

Outros reajustes foram anunciados na semana passada nas tarifas postais. A correção média autorizada para este ano é de 0,3893% para serviços nacionais e internacionais.

Na semana passada, os Correios lançaram uma ferramenta que traz produtos importados dos EUA para o Brasil.

Em agosto do ano passado, os Correios começaram a cobrar R$ 15 de todas as encomendas internacionais que chegarem ao país pela empresa. Esse despacho postal só era cobrado de objetos tributados pela Receita Federal, mas, segundo a estatal, o aumento das importações a obrigou a cobrar de todas as encomendas para manter “o padrão do serviço”.

Fonte: G1 (Lei mais)

Diário Oficial publica novos valores de serviços dos Correios

Os Correios reajustaram hoje (31) as tarifas de alguns dos serviços. A tabela com os novos preços está publicada no Diário Oficial da União.

O telegrama nacional redigido pela internet, por exemplo, passou de R$ 8,15 por página, para R$ 8,19. O preço dos primeiros portes da carta comercial e a carta não comercial permanecerão os mesmos, de R$ 1,95 e R$ 1,30, respectivamente. A correção média deste ano, de 0,3893%, também não incide sobre os segmentos de encomendas e marketing, que são concorrenciais.

De acordo com a Portaria nº 349/2019, do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o reajuste, válido para serviços nacionais e internacionais, tem por base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado de outubro a dezembro de 2018.

Fonte: Agência Brasil (Leia mais)