caixa produto danificado

Produto chegou danificado, o que fazer?

Como proceder se o produto chegar danificado na casa do cliente

Até o produto chegar são e salvo na casa do cliente, a responsabilidade ainda é totalmente sua. Portanto, caso a encomenda chegue com avarias, por mais que você tenha postado ele em perfeito estado nos Correios, cabe a você resolver o problema.

A situação é bem desagradável, mas infelizmente casos como esse podem acontecer. Ainda existe um certo despreparo e falta de cuidado dos Correios com as mercadorias, portanto, antes de mais nada, cabe a você caprichar na embalagem para que seu produto viaje com o máximo de segurança possível (confira uma dica especial ao final do texto).

Como devo proceder com o cliente?

Independente do produto estar quebrado ou não, de acordo com o Código de Defesa do Consumidor, o cliente tem até sete dias para se arrepender da compra e devolver o produto. Portanto, se o produto estiver danificado o consumidor tem direito de reclamar e solicitar a troca.

Contudo, se ele preferir manter a compra, peça para que envie o produto de volta e diga que vai mandar um novo em breve. Não se esqueça de pedir desculpas, dizendo que o produto foi danificado no transporte, mas que você tomará todas as providências necessárias para que a troca seja feita o mais rápido possível. O cliente não precisará pagar pelo envio do produto; nos Correios existe o sistema de logística reversa, um serviço de devolução de mercadorias sem ônus ao remetente.

Caso você não possua um novo produto em estoque, peça para que o cliente devolva a mercadoria quebrada e faça o reembolso total do valor pago. Se possível, solicite também fotos do produto quebrado na caixa em que foi entregue pelos Correios; isso pode te ajudar a pedir indenização do produto.

Nesse momento é importante dar um rápido suporte ao cliente para que o comprador não se sinta enganado por ter comprado online na sua loja. Para ajudar a dar um atendimento de qualidade, temos um curso sobre atendimento com várias dicas úteis.

Como devo proceder com os Correios?

Uma vez resolvido o problema do cliente, você pode entrar em contato com os Correios para pedir a indenização do produto avariado, mas só é possível pleitear essa indenização se no ato da postagem for declarado o valor mercantil do objeto. Na página dos Correios você entende melhor como funciona o valor declarado. Faça isso sempre que for enviar um objeto de valor.

A forma mais fácil de notificar uma avaria e solicitar indenização é por meio da página Fale Conosco do site dos Correios. Selecione a opção “Reclamação” e o tipo de envio (nacional, exterior, etc…). No formulário, forneça todos os detalhes pedidos (guarde sempre o recibo da postagem, pois você precisará dele) e não esqueça de colocar seus dados bancários para depósito no caso do seu pedido ser aceito.

Pronto! Os Correios vão verificar sua solicitação e responder em até cinco dias úteis. Boa sorte!

FONTE: https://www.nuvemshop.com.br/

Carnaval exige cuidado nas compras pela internet. Confira dicas

Neste ano, o Carnaval cairá no início de março. Será entre os dias 2 e 6 de março e é natural que muitas pessoas aproveitem o período para viajar, seja para aproveitar o período para descanso, seja para curtir o Carnaval em cidades que possuem programação especial neste sentido, com desfiles, trios elétricos e blocos. Nos dois casos, é importante ficar atento nas compras de pacotes, passeios e ingressos pela internet.

“Segundo Maurício Balassiano, diretor de Certificação Digital da Serasa Experian, aproveitando a empolgação das pessoas, muitos criminosos aproveitam para dar golpes: “Para não se frustrar justamente numa data de tanta alegria, convém ao consumidor, sobretudo o folião, tomar certos cuidados”, adverte.

No ano passado, 10,6 milhões de brasileiros viajaram pelo País no período, segundo dados do Ministério do Turismo, e a economia de modo geral teve a injeção média de R$ 11 bilhões. O consumidor, para evitar a compra de última hora e ganhar tempo, acaba optando pelo e-commerce, onde não precisa pegar fila para estacionar e pode comparar preços mais facilmente. “A loja virtual de fato permite essa comodidade. Há pontos muito positivos nesse sentido, mas em datas como o Carnaval os criminosos fazem ataques de phishing, através do envio de e-mails, SMS e se valem de réplicas de sites de lojas conhecidas, tudo para enganar as pessoas e captar dados pessoais, informações do cartão de crédito e senhas, que podem inclusive serem usadas num momento seguinte”.

As tentativas de fraudes de identidade acontecem tanto no ambiente online quanto off-line. Representam por exemplo o ato de alguém tentar usar dados pessoas de terceiros para firmar negócios sob falsidade ideológica ou para obter crédito sem a intenção de pagar. Estes dados podem ser roubados por meio da internet e meios eletrônicos ou furtados diretamente da pessoa, que muitas vezes também perde os documentos e não se dá conta.

Mapeamento da internet, feito recentemente pela BigData Corp a pedido da Serasa Experian, em junho de 2017, apontou que 40,10% dos sites do País não estão seguros, o que representa um total de 7,2 milhões de endereços. Estes sites não possuem o certificado de segurança (SSL – Secure Socket Layer), que promove uma conexão segura utilizando a criptografia entre o servidor e os dados trafegados, o que evita o roubo de dados durante a transação.

Por tudo isso, é bom ficar atento a alguns cuidados:

  • Desconfie de superofertas que chegam a você. Acesse o site em questão e veja se ele tem a proteção de um Certificado Digital SSL. Uma boa dica é verificar se no browser há um cadeado fechado. Esse “cadeado de segurança” fica em algum lugar da janela do navegador. Clique sobre ele e confirme se o Certificado Digital emitido está válido e em nome da loja.
  • Essa mesma conferência pode ser feita no Selo de Segurança do site, que fica normalmente no pé da página.
  • Outra dica é, ao acessar o site da loja, conferir se o HTTP tem a letra S, ou seja, HTTPS. Se tiver, você está num ambiente seguro e pode expor seus dados.
  • Confira tudo isso, evite o impulso de olhar apenas o preço, a oportunidade de uma compra muito vantajosa.
  • Além disso, há outros aspectos previstos pela Lei do Consumidor. Por exemplo o fato de que compras feitas pela internet também permitirem que o consumidor exerça o seu direito de arrependimento em até sete dias – contados da data da compra ou do recebimento do produto.
  • Tomadas todas essas precauções, aproveite bem a data e as compras seguras. Caia na folia, mas com segurança.

Fonte: IT Fórum (Leia mais)

O que as pessoas mais compram pela internet?

Para quem deseja investir no e-commerce, saber o que as pessoas mais compram pela Internet é um dos primeiros filtros na hora de estruturar um projeto de e-commerce de sucesso.

É claro que atualmente a Internet é um dos grandes canais de informação e diversão, mas também é um ambiente em que pessoas compram, pesquisam por produtos e compartilham suas experiências de uso.

Os motivos que fazem as pessoas comprarem pela Internet são muitos. Maior opção de produtos, modelos, condições de pagamento e preços mais baixos do que os praticados nas lojas físicas.

Isso passa a falsa impressão de que qualquer loja virtual que você venha a abrir, será, inevitavelmente um grande sucesso. Se você for por esse caminho, corre o sério risco de fracassar.

Quando discutimos a questão de o que as pessoas mais compram pela Internet, estamos falando de um dos principais fatores de sucesso de um e-commerce. A aceitação de compra no mundo online.

É claro que existe uma variedade quase infinita de produtos à venda na Internet, mas alguns produtos se destacam entre os mais procurados pelos consumidores.

Setores como o de livros e assinaturas, eletrodomésticos, moda e acessórios, e cosméticos são os destaques.

O que as pessoas mais compram pela Internet

O último relatório Webshoppers, publicado pela consultoria e-Bit, mostra bem a distribuição do faturamento entre os diversos setores.

Segundo o relatório a distribuição pelo critério de faturamento obedece a seguinte ordem:

  • Livros, assinaturas e apostilas – 14%
  • Eletrodomésticos – 13 %
  • Moda e acessórios – 12 %
  • Cosméticos e saúde – 12 %
  • Telefonia celular – 9 %

No gráfico abaixo, é possível perceber que existe uma grande concentração de faturamento em torno de dez segmentos, o que sugeriria uma forte competição nestas áreas.

Mas o fato é que existem alternativas para que o pequeno e médio empreendedor possa evitar essa competição.

Uma das alternativas é a atuação em mercados de nicho, isto é, mercados muito específicos nos quais, na maioria das vezes, as grandes marcas não têm interesse em atuar.

Podemos inclusive dizer que um dos segredos para quem deseja saber como montar uma loja virtual de sucesso é justamente focas nestes nichos de mercado. Para saber mais leia o nosso artigo As Vantagens do E-commerce de Nicho.

Vejamos o caso do e-commerce de moda, por exemplo. Existe uma acirrada concorrência entre as grandes lojas que atuam em diversos segmentos. Se você optar por trabalhar com o segmento de e-commerce de moda plus size, não enfrentará essa concorrência.

Outro ótimo exemplo seria o setor de telefonia celular, o quinto colocado da lista. Vender o aparelho em si, seria entrar em um mercado onde acontece uma verdadeira briga de foice.

Por outro lado, vender acessórios para estes aparelhos é uma opção onde você encontrará menos concorrência e margens maiores.

Agora que você já sabe o que as pessoas mais compram pela Internet, já dá para dar um foco mais claro em seu projeto de e-commerce e aumentar as suas chances de sucesso. Mantenha-se informado assinando a nossa Newsletter.

Fonte: Guia de ecommerce (Leia mais)

comprar livros material escolar

Oito dicas ajudam a economizar na hora de comprar material escolar

Devido à falta de educação financeira, diversas despesas se acumulam e as famílias se perdem em meio a tantas contas para pagar

Para quem tem filhos, um dos maiores gastos do início do ano, sem dúvida, é o material escolar. A situação pode ficar ainda mais complicada para aqueles que não se planejaram, isso porque os itens ficarão, em média, 10% mais caros a partir de janeiro, segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (Abfiae).

Devido à falta de educação financeira, diversas despesas se acumulam e as famílias se perdem em meio a tantas contas para pagar, muitas vezes, ultrapassando o limite de seu orçamento financeiro.

Para começar, o consumidor deve lembrar o quanto precisam trabalhar para conseguir o salário. A partir daí, fica fácil valorizar esse dinheiro, aprendendo a pesquisar preço e, principalmente, a negociar os valores das compras.

Então, o primeiro passo é realizar um diagnóstico da vida financeira da família, para saber exatamente quais são os ganhos e gastos mensais e quanto poderá dispor para a aquisição do material escolar.

Veja algumas orientações sobre o assunto:

  1. Essa despesa é recorrente, ou seja, precisa fazer parte do planejamento anual. Para que os gastos não fiquem muito pesados em janeiro, é válido poupar durante todo o ano para conseguir fazer os pagamentos à vista e obter bons descontos;
  2. Antes ir às compras, a família pode analisar itens do ano passado e selecionar tudo o que pode ser usado novamente este ano, como tesoura, régua e mochila, por exemplo;
  3. No caso dos livros, vale a pena procurar pais de alunos mais velhos para emprestar ou comprar por um preço mais acessível, se estiverem em boas condições de uso;
  1. Algo interessante é reunir alguns pais e comprar itens em atacado, como caixas de lápis, cadernos e agendas;
  1. A partir daí, é preciso fazer muitas pesquisas e traçar um orçamento para ter noção do gasto total;
  1. Não é preciso necessariamente comprar todos os itens na mesma loja, mas se for fazer é válido pedir descontos;
  1. No dia das compras, converse com os filhos sobre o orçamento, para que não corram o risco de se deixar levar pelo impulso e gastar mais do que o planejado;
  1. O ideal é sempre fazer os pagamentos à vista, mas se não for possível, opte por poucas parcelas que caibam no bolso, para não comprometer as finanças de 2019 por vários meses.
Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/02/correios-criam-opcoes-de-entrega-para-cliente-que-fica-fora-de-casa.shtml ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos da Folha estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização da Folhapress (pesquisa@folhapress.com.br). As regras têm como objetivo proteger o investimento que a Folha faz na qualidade de seu jornalismo. Se precisa copiar trecho de texto da Folha para uso privado, por favor logue-se como assinante ou cadastrado.

Correios criam opções de entrega para cliente que fica fora de casa

Retirada em agências e armários inteligentes são alternativas

A expansão do comércio virtual se reflete não só no faturamento das lojas virtuais, mas também no caixa das empresas que atuam na entrega das mercadorias.

No primeiro semestre de 2017, segundo a Ebit (empresa que levanta dados sobre o mercado on-line), o valor dos fretes pagos nas compras on-line chegou a R$ 1,03 bilhão (um aumento de 37% em relação ao mesmo período do ano anterior).

Esses números têm levado a mudanças na principal empresa de entrega do Brasil, os Correios, que no ano passado bateram o recorde de 1 milhão de encomendas por dia.

Em meio a grave crise orçamentária, a estatal tem priorizado investimentos para modernizar a operação e se tornar mais competitiva. A empresa está investindo R$ 442,5 milhões até 2020 na implantação de dez sistemas automatizados de triagem.

“Nosso esforço está voltado para o comércio eletrônico”, afirma Lemuel Costa e Silva, chefe do Departamento de Encomendas e E-commerce dos Correios.

Segundo levantamento interno, 20% dos consumidores não compram pela internet porque não têm como receber a mercadoria em casa, seja porque o serviço dos Correios não é oferecido (por falta de segurança) ou porque não há ninguém no domicílio no horário da entrega.

Para resolver esse tipo de dificuldade, a empresa colocou em funcionamento o Clique e Retire, um serviço de retirada de produtos em agências abertas também à noite e aos finais de semana.

Por enquanto, essa alternativa de entrega está disponível nos sites da Netshoes, do Ponto Frio e das Casas Bahia. A Casa&Vídeo deve passar a ter em breve a mesma opção. Os Correios vêm ainda negociando com a B2W, dona de Submarino, Americanas e Shoptime.

“Foi preciso investir em tecnologia para que o sistema dos Correios conversasse com essas lojas. Queremos ter a adesão de todos os grandes marketplaces até o fim do semestre”, diz Costa e Silva.

Outro serviço em fase de implantação é a caixa de correio inteligente, instalada pelos condomínios onde não há porteiros. Por enquanto, os armários —localizados na parte interna dos prédios e cujas chaves ficam com os carteiros— funcionam só em alguns bairros de São Paulo, Porto Alegre e Curitiba.

Nos próximos meses, Costa e Silva espera já ter concluído o processo de licitação para a compra de cem lockers —armários como os usados em vestiários de clubes.

Ainda não está definido em quais pontos os armários serão instalados, mas a expectativa é que fiquem em lugares de grande fluxo, como estações de metrô e centros comerciais. O projeto-piloto começará por São Paulo.

Em outra frente voltada ao e-commerce, os carteiros de todo o país passaram a contar, desde dezembro passado, com smartphones para atualizar em tempo real a entrega de encomendas. Até o fim deste mês estarão em uso cerca de 60 mil dispositivos —nos quais foram investidos cerca de R$ 20 milhões.

IMPORTANTECarteiro NÃO ATENDIDO, o que fazer?

Fonte: https://www1.folha.uol.com.br