Correios apoia campanha Outubro Rosa

Correios apoia campanha Outubro Rosa

Por mais um ano, os Correios participam da campanha mundial Outubro Rosa, que nesta edição no Brasil tem como tema “Câncer de mama: vamos falar sobre isso?”.  Alinhada a recomendações do Ministério da Saúde, a iniciativa tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama, além de desmistificar conceitos em relação à doença.

Neste sentido, ao longo do mês os Correios realizarão, em todo o Brasil, ações de apoio à campanha, estimulando a postura de atenção das mulheres sobre a necessidade de investigação de alterações suspeitas. No Rio de Janeiro, as duas unidades culturais dos Correios, o Centro Cultural Correios (CCC) e o Espaço Cultural Correios Niterói (ECC), ficarão iluminados de rosa como forma de engajamento ao movimento.

Além disso, no CCC do RJ, será exibida a mostra de fotografias “Movendo o corpo, Fotografando o alma”, que retrata o exemplo de superação de mulheres que tiveram a doença  e, por meio do esporte, conseguiram vencer o processo de tratamento.  Também haverá apresentação do grupo Varal de Marias, um recital do trio As cigarras com poesia, músicas e depoimentos romanceados de mulheres que tiveram a doença.

Conscientização – Criada nos Estados Unidos na década de 1990, a campanha Outubro Rosa visa estimular, anualmente, a participação da sociedade no controle do câncer de mama. No Brasil, a primeira iniciativa partiu de um grupo de mulheres, em 2002, e foi marcada pela iluminação rosa do Obelisco do Ibirapuera, em São Paulo — em 2 de outubro, o monumento ficou iluminado com a cor da campanha.

Os principais sinais e sintomas do câncer de mama são: caroço (nódulo) fixo, endurecido e, geralmente, indolor; pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja; alterações no bico do peito (mamilo); pequenos nódulos na região embaixo dos braços (axilas) ou no pescoço e saída espontânea de líquido dos mamilos. Para mais informações, acesse o portal do Inca.

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Banco Itaú oferece coleção gratuita de LIVROS INFANTIS que é enviada pelos Correios

Conduzido pelo Itaú Social, em 2017 o processo de seleção dos livros contou novamente com a participação de profissionais renomados de todas as regiões do Brasil e ocorreu em 3 etapas: triagem inicial, comissão técnica e análise de especialistas em literatura infantil.

Foram considerados critérios como:

  1. Foco na faixa etária de 0 a 5 anos
  2. Livros que despertam o interesse das crianças e também dos adultos que leem para e com elas.
  3. Livros que apresentam temas universais, considerando a diversidade e características regionais e culturais do Brasil.
  4. Títulos, autores e editoras diferentes das edições anteriores do Itaú Criança;
  5. Pelo menos um livro de autor nacional.

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Em cima daquela Serra

Eucanaã Ferraz

Vamos juntos ver o que passa em cima daquela serra? Às vezes parece que lá só tem boi. Será? Neste livro, outros bichos e outras coisas andam em cima Daquela serra. Entre uma coisa e outra, passa boi, passa boiada… E, às vezes, não passa nada! É só o tempo.

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O Menino Azul

Cecília Meireles

Ter um bichinho é o sonho de quase toda criança. E não é diferente com o menino deste poema de Cecília Meireles. Ele quer um burrinho para ser seu amigo de todas as horas e que o acompanhe na descoberta do mundo.

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Correios participa de encontro nacional para alinhamento operacional do Enem 2017

Correios participa de encontro nacional para alinhamento operacional do Enem 2017

O vice-presidente de Negócios Públicos dos Correios, José Furian Filho, participou do Encontro Nacional para Alinhamento Operacional do Enem 2017, realizado nessa quarta-feira (27), em Osasco (SP). Desde 2009, a empresa é responsável pela megaoperação logística para entrega e coleta de provas do exame, que neste ano recebeu 6,7 milhões de inscritos.

Na ocasião, foram apresentados painéis que abordaram especificidades das provas deste ano, inovações na área de segurança, alinhamento das diretrizes sob encargo dos Correios, do consórcio aplicador e do Ministério da Defesa e instruções sobre procedimentos de segurança. Pela primeira vez, as provas ocorrerão em dois domingos, com a logística de distribuição em dois finais de semana seguidos, e passarão a ser nominais.

As mudanças tornam ainda mais imprescindível a entrega dos malotes nos locais certos e na hora exata. Para manter o padrão atual, com 100% de qualidade, os Correios utilizarão toda a sua capacidade de planejamento estratégico e o apoio de várias tecnologias, como celulares e geoprocessamento. Em 2016, mais de 20 mil empregados da empresa participaram da operação, que entregou cerca de 17 milhões de provas em 16,5 mil escolas espalhadas por todo o Brasil.

Estiveram presentes na abertura do encontro, o ministro da Educação, José Mendonça Filho; presidente do Inep, Maria Inês Fini; representante do Ministério da Defesa, Hiran Pantaleão de Mello Alves; comandante do 4º BIL, Julio Cesar Toledo de Sousa; representante do Departamento de Polícia Federal, Franco Perazzoni; representante da Gráfica RR Donnelley, Amilton Garrau; líder do Consórcio Aplicador, Alvaro Henrique Monteiro de Freitas; e o general comandante da 2ª Divisão de Exército, General Eduardo Diniz.

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Estado do Ceará registra 136 ataques contra Correios em oito meses

Estado do Ceará registra 136 ataques contra Correios em oito meses

136 crimes contra a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), conhecida como Correios, foram registrados pela Polícia Federal (PF), no Ceará, em 2017, entre janeiro e o fim de agosto. Os dados de 2016 não foram repassados pela PF e nem pela empresa pública. Entre os crimes registrados neste ano, contra a Instituição, estão assaltos a funcionários em trabalho, a veículos transportadores de encomendas e a agências da Instituição, furtos, arrombamentos e explosões de prédios. Em uma das ações criminosas, um cliente foi morto por um tiro disparado por um assaltante.

O chefe da Delegacia de Repressão a Crimes Contra o Patrimônio e ao Tráfico de Armas (Delepat), da PF, delegado Francisco Martins, acredita que o grande número de ocorrências se deve à ascensão do e-commerce (comércio eletrônico, ou seja, as vendas e trocas que ocorrem a partir de dispositivos e plataformas eletrônicos), nos últimos anos, combinado com o aumento da violência geral, no País e no Estado, neste ano.

“Os Correios são uma empresa que está bem inserida na estrutura de comércio do País. A partir do desenvolvimento do e-commerce, os Correios passaram a ser integrante dessa cadeia importante. Eles transportam mercadorias, objetos de valores, como notebooks, celulares, e a partir disso passou a ter a cobiça (dos criminosos)”, afirmou o delegado federal Francisco Martins.

Para o chefe da Delepat, a Instituição não estava preparada para essa mudança de trabalho demandada pelo mundo dos negócios, mas vem tentando se atualizar e tem inserido mais mecanismos de segurança, nos últimos anos.
“Os Correios foram inseridos dentro desse negócio e a estrutura dele não estava plenamente adequada. O carteiro estava acostumado a entregar cartas, cantarolando, na rua, tranquilo, porque ninguém tinha interesse de pegar carta e selo. Mas hoje não, já transporta cartões de crédito, que tem um nicho específico (de criminosos), talões de cheque, que tem outro nicho específico. Além desses produtos que vêm pelas compras na Internet. A postura geral de procedimento tem que mudar, e vem mudando”, analisou Martins.

Interior

Segundo o delegado federal Francisco Martins, as agências do Correios localizadas no Interior do Estado chamam ainda mais atenção dos criminosos, pois, em vários municípios, a Instituição acumula atividades bancárias e acaba movimentando mais dinheiro.

“Os Correios passaram a ser correspondente postal, inicialmente do Bradesco e agora do Banco do Brasil, e passou a ter um papel muito importante nessas cidades, onde o Banco do Brasil até desativou agências. O que tem acarretado é que o Correios substituiu totalmente essas atividades (bancárias), como abertura de contas. Essa movimentação financeira passou a interessar. Claro que as agências também não estavam preparadas para exercer essa atividade, que é muito importante para a população local”, destacou Francisco Martins.

“O crime deu uma incrementada em todos os setores. Essa não é uma exceção. O que impõe, principalmente para os Correios, uma mudança de mentalidade, postura organizacional como um todo, de mais efetividade e mais atenção na questão segurança”, alertou o chefe da Delepat.

Solicitada a conceder entrevista sobre o assunto segurança, os Correios preferiram emitir nota, através da assessoria de comunicação.

“Os Correios mantêm contato direto com órgãos de segurança pública do Estado e possuem parceria em nível nacional com a Polícia Federal (PF) para a prevenção e repressão de assaltos a agências. A estatal conta em sua estrutura com coordenações estaduais que desenvolvem ações de inteligência, de monitoramento e de orientação com foco na segurança dos empregados e clientes, das instalações da empresa e do fluxo postal”, explicou a Instituição.

A empresa detalhou algumas ações realizadas para reforçar a segurança e inibir as ações criminosas.

“Especificamente em relação às agências, as unidades de atendimento contam com kits compostos por itens como cofre com retardo, circuito fechado de TV (CFTV) e alarme. Além disso, de acordo com uma matriz de vulnerabilidade, recebem a alocação de recursos adicionais, como vigilância armada. A empresa não divulga estatísticas sobre delitos e nem informações adicionais relativas ao processo interno de segurança para não fragilizar as ações”, completou a nota.

Operação

Para combater os crimes contra os Correios, a Polícia Federal, em âmbito nacional, instaurou a Operação Hermes. Segundo Martins, o objetivo da PF é investigar os casos em conjunto, em cada Estado, e ser mais eficaz nas prisões.

“Como aconteceu na Operação Tentáculos, que era a questão dos ‘cartãozeiros’, a Polícia Federal montou uma forma de investigar específica para que eu não ficasse instaurando um inquérito para cada ocorrência, mas fizéssemos uma análise macro e pontuássemos certos grupos, nichos. Estamos fazendo a mesma coisa. O nome é Operação Hermes, para atuar em escala macro, nessas ocorrências repetitivas envolvendo os Correios“, revelou.

Na ação criminosa mais violenta contra os Correios, no Ceará, neste ano, um cliente, um homem que não teve o nome divulgado pela Polícia, foi baleado ao reagir ao assalto à agência do Pecém, em São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), no dia 6 de março. Ele chegou a ser levado ao Instituto Doutor José Frota (IJF), mas não resistiu ao ferimento.

A agência localizada no Pecém tem sido um alvo frequente dos criminosos, em 2017. Conforme o chefe da Delepat, por duas vezes, neste ano, foi realizada a prática criminosa conhecida como ‘sapatinho’.

“Na madrugada, o grupo vai à casa do gerente ou tesoureiro, o leva até a agência, o força a abrir o cofre, espera o tempo de retardo, que pode durar horas, abre a agência como se funcionasse normal, pega R$ 150 mil e depois foge, às vezes levando (o funcionário) como refém até um local”, explicou o delegado Francisco Martins.

Líder de quadrilha permanece foragido

O líder de uma quadrilha especializada em roubos de veículos e de cargas, que tinha os transportes dos Correios como principais alvos, Francinei Nobre da Silva, conhecido como ‘Cancão’, segue foragido, com um mandado de prisão preventiva contra ele em aberto, por uma investigação da Polícia Federal (PF).

A quadrilha de ‘Cancão’ foi desarticulada no dia 3 de junho deste ano, durante a Operação Carga Pesada, deflagrada pela PF, em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), Polícia Militar e Ministério Público Estadual do Ceará (MPCE). Cinco integrantes do grupo foram presos e seis mandados de busca e apreensão cumpridos, mas o ‘cabeça’ do bando conseguiu escapar da ação policial.

De acordo com a PF, o grupo criminoso costumava abordar veículos de cargas nas rodovias de acesso a Fortaleza, principalmente a BR-222 e CEs, com o uso de arma de fogo e emprego de violência. Após a abordagem, os criminosos conduziam os veículos até um local deserto, subtraíam a carga e liberavam o motorista. A escolha pelos veículos dos Correios se dava pela quantidade de eletroeletrônicos que eram transportados.

Durante as buscas, a Polícia apreendeu cerca de R$ 50 mil em espécie, três veículos roubados, armas e cerca de 2kg de maconha. A PF estima que a quadrilha deu um prejuízo de aproximadamente R$ 500 mil aos Correios, com os roubos.

‘Cancão’, que é membro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), já responde a processos na Justiça do Ceará por receptação, roubo e tráfico de drogas. Ele também foi preso por suspeita de comandar ataques a ônibus em Fortaleza, em 2015.

Crime organizado

O chefe da Delepat, Francisco Martins, afirmou que o perfil do criminoso que realiza uma ação contra os Correios mudou nos últimos anos e se aproximou dos integrantes dos bandos que atacam bancos. A quadrilha comandada por ‘Cancão’ e o seu “modus operandi” é um exemplo disso.

“Outrora, eu dizia que as ações contra os Correios eram de iniciantes do crime. Eu levava até esse argumento para polícias estaduais, para pedir o apoio deles e a atenção. Todavia, com o incremento de atividades nas agências, com o aumento do numerário, a gente viu que não só havia uma ação com uma dupla, em uma motocicleta, com um revólver (calibre) 38, que rendia e levava o que tinha nos guichês de atendimento. Nós já vimos ações mais bem planejadas”, comparou o delegado federal.

Ainda conforme Martins, a PF já prendeu mais de 20 suspeitos de envolvimento em crimes contra os Correios, neste ano. Um deles foi o líder de outra quadrilha, o paulista Diego Gregório Meireles Santos, detido na Operação Alopécia, em 8 de agosto. Com ele, foram apreendidos um simulacro de fuzil, três veículos e fardas de forças da segurança.

Diego Gregório teria comandado pelo menos seis roubos a agências dos Correios, em 2017. Uma das ações criminosas ocorreu no Pecém, que terminou na morte de um cliente, e outro caso em Fortaleza.

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Correios é vencedor do prêmio 100 Melhores Empresas em Satisfação do Cliente

Os Correios foram os vencedores do prêmio “100 Melhores Empresas em Satisfação do Cliente de 2017” na categoria “Entregas”, concedido pelo Instituto MESC (confira aqui o ranking geral). Representando a empresa, o superintendente estadual de operações de São Paulo Metropolitana dos Correios, Sérgio Douglas Repolho Negri, participou da cerimônia de premiação, que ocorreu nessa terça-feira (5), no Espaço Cinemark, em São Paulo.

Correios é vencedor do prêmio 100 Melhores Empresas em Satisfação do Cliente

O resultado é fruto de pesquisa que ouviu mais de 250 mil clientes em todo o país, em 24 segmentos de mercado, entre março de 2016 e março de 2017. Na categoria Entregas, foram ouvidos 4.859 clientes que responderam a um  questionário composto por 30 afirmativas, três questões demográficas e duas questões abertas.

A pesquisa seguiu a metodologia do Pentagrama da Satisfação do Clientee os dados estatísticos foram auditados seguindo o coeficiente Alpha de Cronbach. Ao todo, 74 empresas foram citadas pelos clientes e 36 delas passaram para a segunda fase do processo. No ranking geral do prêmio, os Correios obtiveram a posição 279ª.

“A metodologia é constituída por uma pesquisa quantitativa e qualitativa. Desse índice, 85% representa a média final da empresa. Os outros 15% vêm de uma auditoria, feita por um profissional com experiência consolidada no segmento, que avalia todas as práticas da empresa com o mercado. Na parte de atendimento, o instituto usa clientes ocultos para avaliar”, explicou o CEO do Instituto MESC, Luiz Rocha.

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