Pagamento não confirmado

Pagamento não confirmado pela operadora , o que fazer ?

Se você comprou algum produto pela internet, pagou pelo produto, recebeu um código de rastreio, logo depois o status de objeto encaminhado, pagou a taxa de Despacho Postal e mesmo assim recebeu a mensagem de: Pagamento não confirmado, veja nossa sugestão do que fazer.

Para ultrapassar essa situação, sugerimos que:

  • Entre em contato diretamente com uma agência de correios mais próxima da sua residência
  • Informe referindo o número da sua encomenda / rastreio, semelhante a esse exemplo:  AB123456789CD,  para mais informações a respeito do sucedido
  • Apena uma agência dos Correios poderá verificar o que aconteceu, uma vez que esse processo depende deles
  • Leve o comprovante de pagamento do Despacho Postal

Como faço para realizar o pagamento do Despacho Postal?

Caso sua encomenda não seja tributada, a informação sobre a necessidade de pagamento do Despacho Postal será disponibilizada no Sistema de Rastreamento de Objetos – SRO (www.correios.com.br/rastreamento). Para proceder o pagamento, o primeiro passo é realizar a pesquisa do objeto no rastreamento e cadastrar-se no idCorreios. Após esse cadastramento, será possível efetuar o pagamento pela internet, por meio de boleto bancário ou cartão de crédito.

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Qual o prazo para confirmação do pagamento por boleto bancário?

O prazo é definido conforme as regras de compensação bancária da instituição financeira responsável pela emissão do boleto. Em geral, o pagamento é confirmado entre 1 (um) e 3 (três) dias úteis.

Após realizado o pagamento, qual o prazo para entrega da encomenda?

Após a confirmação do pagamento, os itens serão encaminhados diretamente ao endereço do destinatário, conforme os prazos de cada modalidade de envio. Para verificar os prazos, clique aqui.

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IMPORTANTEEndereço Incorreto, o que fazer?

Taxa fixa dos Correios dificulta compra de produtos do exterior

Órgãos de defesa do consumidor e especialistas sustentam que a cobrança deveria ser incluída no valor total do serviço e levar em consideração preço e tamanho

Os baixos preços e a variedade de produtos dos sites e dos aplicativos de compra internacionais são tentadores. Essa é uma escolha que tem conquistado cada vez mais os brasileiros e não é difícil entender a preferência: há lojas virtuais que ofertam todos os produtos por valor fixo de um dólar ou outras cifras baixíssimas. Normalmente, o custeio do frete também acompanha a tendência de valores baixos, mais um fator de incentivo para a aquisição de encomendas no mercado estrangeiro.
Desde o último 27 de agosto, no entanto, os Correios instituíram uma cobrança adicional de R$ 15 para todas as encomendas internacionais não tributadas que cheguem ao Brasil. Sob nome de despacho postal, a taxa é justificada para o tratamento aduaneiro dos produtos, que não deve ser confundido com o frete, nem com tributos. O despacho cobriria despesas de alfândega e armazenamento. A liberação da encomenda só será feita mediante o pagamento da taxa, que pode ser acessada diretamente pelo link de rastreio do objeto postado.

Os Correios informam que “a extensão da cobrança para os objetos não tributados se deu em virtude do crescimento exponencial das importações e a consequente elevação dos custos de operação para nacionalização das encomendas”. A empresa também afirma que a taxa é comumente cobrada por outras fornecedoras de serviços postais e que o valor adotado é baixo, comparado ao praticado pelas concorrentes que é, em média, “quatro vezes maior do que o valor cobrado pelos Correios”.

O Instituto de Defesa do Consumidor (Procon-DF) informou que receberá demandas pertinentes ao despacho postal. A assessora jurídica da instituição, Nayara Saraiva, explica que há ilegalidade desde a forma como a taxa foi criada. “Ela viola o Código de Defesa do Consumidor (CDC) desde o começo, uma vez que não teve informação prévia sobre a cobrança. As pessoas que já tinham encomendas feitas terão de pagar o valor do serviço sem o conhecimento e aceite antecipado da cobrança.”

Além de surpreendido pela cobrança da nova taxa, o estudante Victor Farias, 20 anos, teve de enfrentar um problema para pagar o despacho. “Eu tentei pagar por diversas vezes e o sistema não funcionava. Liguei para os Correios e o atendente até perguntou se eu estava enfrentando esse problema e, segundo ele, muitos clientes estavam ligando para reclamar”, afirma.

Nayara avalia que os Correios incorrem em erro grave por transferir ao consumidor uma despesa que deve ser arcada pela empresa. “O despacho postal transfere o ônus das operações que são de responsabilidade dos Correios. Eles repassam aos clientes o custo de um serviço que é aquele efetivamente comercializado pela própria empresa.”

A representante do Procon acredita que se trata de uma estratégia de recuperação de gastos. Na avaliação de Nayara, há outras maneiras de atualizar monetariamente as perdas logísticas, de forma legal e leal ao consumidor. “O correto seria a empresa reajustar os valores de seus serviços com o remetente. O destinatário não deveria ser taxado pelos serviços, exceto quando se enquadrasse nos casos de tributação da Receita Federal”, observa.

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) notificou os Correios, questionando a validade do ato, conforme afirma Nayara. Entretanto, o Procon-DF ainda não foi acionado. No Brasil, há um procedimento em análise no 8º Ofício do Consumidor, em Santa Catarina. O Ministério Público Federal do estado catarinense informa que o procurador da república responsável pela procuradoria de direito do consumidor, na capital de Florianópolis, avalia a legalidade da cobrança criada pelos Correios.

Fonte: Correio Braziliense (Leia o artigo completo)

Wish ameaça cortar investimentos no Brasil após taxa dos Correios

A decisão dos Correios de cobrar uma taxa de R$ 15 de todas as encomendas internacionais pode fazer com que a Wish corte seus investimentos no Brasil. Pelo menos essa é o que afirma Nicola Azevedo, executivo da empresa para a região da América do Sul, que aguarda para ver o impacto da medida no volume de vendas.

Hoje, o Brasil é um dos dez maiores mercados da Wish. Em entrevista à revista Veja, Azevedo disse que a empresa está disposta a conversar com os Correios, mas, se acabar muito afetada pela nova cobrança, levará o montante aplicado por aqui a outros países. A declaração é simples e breve, mas demonstra um movimento que pode acontecer com outras companhias internacionais, principalmente chinesas, que também têm forte operação por aqui.

O maior problema é que a chamada taxa de despacho postal praticamente inviabiliza a aquisição de produtos de baixo valor, importados por preços normalmente bem abaixo dos aplicados por aqui. Na maioria das vezes as lojas praticam um regime de frete grátis, mas, com uma taxa de R$ 15 aplicada a todas as compras, os itens acabarão deixando de compensar para o consumidor, que já tinha que aguardar meses para recebê-los.

A expectativa dos Correios com a nova medida é de arrecadar R$ 90 milhões por mês com o pagamento dos tributos. Entretanto, de acordo com a reportagem, a estatal também deve enfrentar um reflexo da nova medida, com 70% das encomendas internacionais que já estão no Brasil ou a caminho daqui sendo abandonadas. Com isso, a empresa acaba tendo gastos adicionais, uma vez que é a responsável pela manutenção de depósitos e, também, por enviar de volta os produtos.

Na ocasião do anúncio, o presidente dos Correios, Carlos Fortner, defendeu a aplicação da taxa, afirmando que ela é necessária para compensar os custos de triagem, análise, alertas aos usuários e demais serviços de logística. O novo tributo também estaria relacionado a um aumento de 80% no volume de produtos importados entregues pela estatal entre 2016 e 2017 — o crescimento, ao final do primeiro semestre, já é de 32% em relação ao ano passado. São de 100 mil a 300 mil encomendas recebidas todos os dias.

A aplicação da taxa também colocou os Correios na mira do Procon do Rio de Janeiro, que iniciou uma investigação sobre a cobrança e exigiu explicações sobre sua aplicação repentina. O maior ponto, aqui, é o anúncio e cobrança em caráter imediato, a partir do dia 28 de agosto, sem aviso aos lojistas e consumidores, mas aplicada mesmo a encomendas enviadas ou já tramitando no Brasil antes desta data.

Até o anúncio, a chamada taxa de despacho postal era cobrada somente de encomendas tributadas pela Receita Federal, no momento da retirada ou em sistema online, para permitir pagamento. Agora, porém, o mesmo vale para absolutamente todos os pacotes vindos do exterior.

Fonte: Canaltech (Leia o artigo completo)

Você sabia que toda compra internacional é uma importação?

Ao fazer compras em sites de outro país, você está importando uma mercadoria, que quando chega ao Brasil, tem que passar pela alfândega e atender à nossa legislação. A esse procedimento chamamos desembaraço aduaneiro e sua execução engloba atividades administrativas de suporte que geram custos. Os operadores logísticos cobram do importador um valor específico para cobertura destes custos. Nos Correios, esse serviço é chamado de Despacho Postal.

Despacho postal não é tributo nem frete e o seu pagamento é obrigatório para a liberação da encomenda.

O preço cobrado atualmente pelos Correios é de apenas R$ 15,00, cerca de quatro vezes menos que o valor médio praticado por empresas concorrentes para realizar os mesmos procedimentos. Além de oferecer o melhor preço, os Correios facilitam a vida do consumidor: o pagamento do Despacho Postal pode ser feito pela internet; basta acessar o link de rastreamento do objeto.

O Despacho Postal trata-se de um serviço inerente ao processo de importação e que tem sua cobrança não só praticada pelo segmento de encomendas, como convencionada pelo setor postal mundial. Por isso, todas as encomendas recebidas no Brasil, independentemente de serem tributadas, estão sujeitas à cobrança deste serviço.

Caso seu objeto seja liberado sem tributação, o pagamento do Despacho Postal é mais simplificado podendo ser realizado diretamente na página de rastreamento. Já para as encomendas tributadas é necessário acessar o ambiente Minhas importações.

Fonte: Correios