Segundo os Correios, nos últimos anos têm sido adotadas uma série de mudanças para melhorar os resultados financeiros e a qualidade operacional dos serviços
Os Correios, que completaram 50 anos de empresa pública nesta quarta-feira (20), passam por um plano de reestruturação. A estimativa é que o corte no número de funcionários seja de 20%, o que representa 20 mil vagas em todo o país.
Entretanto, ainda não há confirmação de que a reformulação atinja funcionários que atuam no Espírito Santo. Hoje, a estatal conta com 2.041 trabalhadores e, ao todo, são 130 agências abertas no Estado, entre próprias e franqueadas. Questionada, a assessoria informou que “tais medidas são corporativas, ou seja, ocorrem em toda a empresa”.
De acordo com a assessoria dos Correios, para reduzir o número de empregados, a empresa avalia a implementação de iniciativas como reenquadramento de cargo, cessão para outros órgãos do governo federal ou adesão a um plano de desligamento incentivado. Segundo informação da “Folha de São Paulo”, no plano de reestruturação, agências próximas às outras podem ser fechadas.
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A comunicação dos Correios afirmou que, entre as ações em execução estão o controle de despesas, a redução de custos com pessoal e otimização da rede de agências, com foco nas necessidades dos clientes, aderente aos novos mercados e serviços.
Nos últimos anos, os Correios vêm adotando uma série de mudanças para melhorar os resultados financeiros e a qualidade operacional, de acordo com a assessoria. Em 2015, a empresa contava com 118 mil empregados; em 2016, 115 mil; e, em 2017, 108 mil empregados.
No Espírito Santo, em 2015 eram 2.264 empregados; em 2016, 2.190; em 2017, 2.023; e, em 2018, 1.999 funcionários. Neste ano, houve aumento de 42 trabalhadores no efetivo.
