Rastreamento internacional

Objetos postados no Brasil

O rastreamento para objetos postados no Brasil com código iniciado por “R” e “C” não é garantido fora do território brasileiro. Para esses objetos, os Operadores postais de outros países podem não disponibilizar e/ou transmitir informação de rastreamento para o Brasil. Sendo assim, consultas de rastreamento de objetos podem também ser realizadas nos sites dos operadores de destino disponíveis em: http://www.upu.int/en/the-upu/member-countries.html.

Objetos postados no Exterior

O serviço contratado pelo remetente na origem determina o nível de informação de rastreamento dos objetos em nosso site.

Neste contexto, os objetos registrados recebidos do exterior que apresentam código iniciado por “R”, não possuem rastreamento ponto a ponto, ou seja, as informações no sistema de rastreamento incluem apenas os eventos de: recebimento no Brasil e entrega, tentativa de entrega ou aguardando retirada na unidade responsável. Em alguns casos, pode haver os eventos de: encaminhamento para fiscalização; tributação e saída da fiscalização.

Fonte: Correios (Leia mais)

Como saber qual agencia do correio esta minha encomenda

Quando se está fazendo uma compra pela internet, seja de produto importado, seja de produto nacional surgem muitas duvidas, entre elas é: como saber qual agencia do correio esta minha encomenda?

O padrão de entrega dos correios é que sua encomenda deve chegar diretamente no seu endereço cadastrado no ato do envio, mas em alguns casos especias sua encomenda pode simplesmente não chegar em sua casa, como proceder e saber onde retirar sua encomenda?

Casos em que a encomenda não chega em sua casa

  • Foi tributado pela receita federal em caso de tarifas alfandegarias de importação
  • Foi tributado pela fazenda estadual em caso de ICMS não recolhido na fonte
  • Endereço errado ou inelegível
  • Três tentativas de entrega sem exito
  • Casos especias

Todos estes casos, exceto o ultimo, são mais comuns de se acontecer do que imaginamos e para todos eles há uma solução.

Como proceder nestes casos?

A forma mais fácil e segura de se saber em qual agência do correio sua encomenda se encontra é através do código de rastreio.

O código de rastreio é um número do próprio correios brasileiro que é gerado para toda encomenda entregue através do mesmo.

Normalmente este código deve ser fornecido pelo vender no ato do aviso do envio de sua compra. Assim que você recebe uma mensagem informando que sua encomenda foi enviada neste aviso deve conter o código de rastreio.

Com este código você pode consultar o andamento de sua encomenda pelo próprio sistema de rastreamento dos correios, seja no site ou no aplicativo para smartphone dos correios.

No rastreamento constará o endereço correto da agência onde seu pacote aguarda para ser retirado.

E quando não possui o código de rastreamento?

Neste caso é um pouco mais difícil, porém não se desespere, ainda há solução!

Se você tem certeza de que forneceu o endereço correto, com CEP de sua residência ou pelo menos a sua cidade e estado correto, faça o seguinte:

  • Tenha em mãos os seu CEP;
  • Entre no site oficial dos correios;
  • Vá em localizar agencias
  • Digite o seu endereço;
  • Veja o resultado da busca.

Muito provavelmente, 99% das vezes, sua encomenda estará na agência mais próxima da sua casa, mas você não precisa ir até lá para verificar.

Basta telefonar para a agência (o número será informado no próprio site) e pedi para verificarem para você se há encomendas no seu nome aguardando retirada.

O atendente consegue fazer essa consulta através do sistema, mesmo sem o código de rastreio.

E em casos especias não citados no artigo, como proceder?

Bom, nesses casos muito especias, que dificilmente acontecem você pode fazer suas coisas:

  • Entrar em contato com a central de atendimento dos correios informando sua situação e verificar se há como resolver.
  • Você pode simplesmente esperar que sua encomenda retorne para o remetente e comunicar a ele que faça o envio novamente, dessa vez com os dados corretos.

Fonte: Eu importador (Leia mais)

 

 

 

 

Quando seu pacote vai chegar? Aprenda a usar o rastreamento dos Correios!

Aprenda como rastrear os seus pacotes que estão sendo enviados pelo Correio de forma simples

Com o avanço da tecnologia, um dos serviços que atualmente se tornou mais popular é a entrega de encomendas. A facilidade de compra através da internet e muitas vezes a chance de conseguir produtos com descontos vem trazendo cada vez mais adeptos a esse tipo de comércio.

Por isso o recurso de rastreamento dos Correios também tem se tornado cada vez mais procurado, mas muitas pessoas ainda não sabem exatamente como utilizar esse serviço.

O principal objetivo é, como o nome sugere, rastrear o objeto em questão. Assim é possível saber quando ele saiu do local de origem e onde está no caminho. É possível até mesmo ter uma previsão de entrega e saber quando o produto já tiver saído para chegar até o destino.

O que é preciso?

É importante ter em mãos primeiramente o código de registro para que se possa realizar o rastreamento dos Correios. Ele pode ser encontrado no comprovante de postagem do objeto, e quando é uma compra feita através da internet, o vendedor tem a obrigação de passá-lo para o comprador. Outra forma de realizar esse rastreamento é através do CPF ou do CNPJ do destinatário, caso esses dados tenham sido passados na hora da postagem.

Como utilizar o sistema de rastreamento dos Correios?

O sistema é simples, e não é difícil conseguir utilizá-lo. Ele é feito através da internet, então o primeiro passo é entrar no site dos correios, mais precisamente na sessão de rastreamento.

Na página terá um campo em branco onde você deverá colocar ou o seu CPF/CNPJ ou o código de rastreamento. Caso você queira fazer o rastreamento de mais de um objeto por vez, pode colocar mais de um código, só é preciso separá-los pelo sinal de ponto e vírgula. Por exemplo: AA123456789BR;AA987654321BR;AA100833276BR.

Pronto, agora ele vai te mostrar os dados da sua encomenda, quando foi a última atualização e onde ele está.

Fonte: Showmetech (Leia mais)

Correios deixarão de entregar baterias de smartphones e notebooks em 2019

Os Correios deixarão de entregar, para boa parte dos trechos, encomendas contendo baterias e pilhas de lítio ou íons de lítio – encontradas, entre outros, em smartphones e notebooks. Para algumas localidades, será proibido o envio, inclusive, se estiverem acopladas ao aparelho. A restrição passa a valer a partir de 31 de janeiro de 2019.

Segundo a estatal, despachos contendo baterias e pilhas nas modalidades Sedex 10 e Sedex 12 (estadual e nacional), Sedex simples nacional e quatro trechos do Sedex simples estadual não serão mais aceitos, estando ou não as baterias acopladas ao produto.

Postagens locais são aquelas cuja origem e destino estão em uma mesma cidade ou sua região metropolitana. Já a estadual compreende origem e destino em cidades distintas, porém dentro do mesmo estado. As de âmbito nacional contemplam origem e destino em cidades de estados diferentes.

Já no caso do PAC, Sedex Hoje e Sedex Local (todos os trechos), além do Sedex 10 e Sedex 12 locais, o envio só poderá ser feito caso a bateria esteja acoplada ao aparelho. “Baterias que estejam fora não poderão ser postadas em nenhuma hipótese”, afirmaram os Correios ao E-Commerce Brasil.

Na prática, isso significa que não será possível mais enviar as baterias separadamente, ao menos não pelos Correios. Isso vale também para o caso de celulares em que a bateria vem fora do aparelho, mas na mesma caixa.

A empresa afirma estar seguindo orientação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que publicou, em janeiro deste ano, regulamento sobre o transporte de objetos perigosos em aeronaves civis.

Ao E-Commerce Brasil, a Anac informou que a restrição existe desde 2016, seguindo determinação da Organização de Aviação Civil Internacional (OACI), e vale para todas as transportadoras.
Fiscalização

De acordo com os Correios, foram definidos procedimentos de segurança a serem adotados pela rede de atendimento da empresa.

“No momento da postagem do objeto, o cliente será questionado, tal qual ocorre nos check-in de aeroportos, sobre a existência de bateria ou pilhas. Os clientes que possuem contratos com os Correios também estão sendo orientados”, disse a empresa, em nota.

“As encomendas permanecerão sendo postadas fechadas e não haverá conferência invasiva, pelo fato de os Correios não serem órgão fiscalizador. O remetente continua sendo responsável por observar a legislação que regulamenta o serviço postal e, neste caso, a aviação”, concluiu.

Nos casos em que a bateria estiver dentro do aparelho, o atendente avaliará se o trecho em questão consta entre os permitidos. Em caso positivo, a postagem será aceita normalmente. Caso contrário, a postagem não será aceita.

Como os procedimentos de segurança serão realizados no momento da postagem, não deve existir necessidade de devolver encomendas aos lojistas, afirmou a nota.

Fonte: E-Commerce Brasil

Black Friday 2018: Quando é? O que significa? Vale a pena? Mate sua curiosidade sobre a data de descontos

As vitrines das lojas e os principais sites de comércio eletrônico do país anunciam: está aberta a temporada de promoções da Black Friday.

A data de descontos foi importada dos Estados Unidos, onde é um dos dias mais aguardados no ano por consumidores, que garimpam produtos com grandes descontos.

Ela já foi adotada em outros países, como Reino Unido, Austrália, México, Romênia, Costa Rica, Alemanha, Áustria, Suíça e no Brasil, para marcar o início da temporada de compras de Natal.

Por aqui, a Black Friday chega à nona edição com a expectativa de movimentar R$ 2,43 bilhões em 2018 só com as compras feitas pela internet, uma previsão de aumento de 15% em relação ao ano passado, segundo a pesquisa Ebit/Nielsen.

Em 2010, seu ano de estreia no Brasil, movimentou apenas R$ 3 milhões em vendas online, de acordo com um levantamento da ClearSale, e cresceu exponencialmente desde então, tornando-se uma das principais datas do comércio nacional.

Mas quando é a Black Friday? Como ela surgiu? Por que ganhou esse nome? E vale a pena ir às compras nesta data? Confira a seguir.

Quando é a Black Friday?

O evento acontece tradicionalmente nos Estados Unidos no dia seguinte ao feriado de Ação de Graças.

De meados do século 19 ao início do século 20, o Dia de Ação de Graças foi celebrado no país na última quinta-feira de novembro, em um costume iniciado pelo presidente Abraham Lincoln (1809-1865). O dia poderia, assim, cair na quarta ou quinta quinta-feira do mês.

Em 1939, porém, algo aconteceu – a última quinta-feira foi coincidentemente o último dia de novembro.

Preocupados com o curto período de compras para as festividades de fim de ano, lojistas fizeram uma petição para que fosse declarado o início das festas uma semana mais cedo, o que foi autorizado pelo presidente Franklin Roosevelt (1882-1945).

Pelos próximos três anos, o Dia de Ação de Graças foi apelidado de “Franksgiving” (uma mistura de Franklin com “Thanksgiving”, como a data é chamada em inglês) e celebrado em dias diferentes.

No final de 1941, uma resolução conjunta do Congresso fez com que, dali em diante, o Dia de Ação de Graças fosse comemorado na quarta quinta-feira de novembro, garantindo uma semana extra de compras até o Natal.

Assim, como o feriado de Ação de Graças cairá em 22 de novembro em 2018, a Black Friday será em 23 de novembro.

Qual é o significado da Black Friday?

O termo quer dizer literalmente “Sexta-Feira Negra” em inglês.

Nos Estados Unidos, a primeira vez que a expressão foi usada foi no dia 24 de setembro de 1869, quando dois especuladores, Jay Gould e James Fisk, tentaram tomar o mercado do ouro na Bolsa de Nova York.

O governo foi obrigado a intervir para corrigir a distorção, elevando a oferta da matéria-prima ao mercado, o que fez os preços caírem e muitos investidores perderem fortunas.

O adjetivo ‘negro’ foi usado durante muitos séculos para retratar diversos tipos de calamidades“, afirma o linguista Benjamin Zimmer, editor-executivo do site Vocabulary.com.

Mas, segundo Bonnie Taylor-Blake, da Universidade da Carolina do Norte, a Factory Management and Maintenance – uma newsletter do mercado de trabalho – reivindica a autoria do uso do termo.

Em 1951, uma circular da empresa chamou atenção para a incidência de profissionais doentes naquele dia.

A síndrome da sexta-feira após o Dia de Ação de Graças é uma doença cujos efeitos adversos só são superados pelos da peste bubônica. Pelo menos, é assim que se sentem aqueles que têm de trabalhar quando chega a Black Friday. A loja ou estabelecimento pode ficar meio vazio, e todo ausente estava doente“, dizia a circular.

Mas o termo só começou a ganhar popularidade quando passou a ser usado na Filadélfia por policiais frustrados com o trânsito causado pelos grande fluxo de consumidores naquele dia – eles começaram então a se referir desta forma à Black Friday.

Os lojistas evidentemente não gostaram de ser associados ao tráfego e à poluição. Eles, então, tentaram mudar o termo para “Big Friday” (“A Grande Sexta”, em tradução literal), segundo um jornal local de 1961.

Com o tempo, Black Friday passou a significar “voltar ao azul“. Os lojistas repaginaram positivamente o termo ao dizer que ele se referia ao momento em que voltavam a ter lucro. Mas não há provas de que isso tenha realmente acontecido.

É verdade que o período de festas corresponde à maior parte dos gastos de consumo do ano. Mas, por outro lado, quanto dessas receitas realmente se torna lucro não está claro, dado que os lojistas trabalham com margens mais apertadas ao oferecer grandes descontos.

Quando a Black Friday se tornou tão popular?

O termo Black Friday permaneceu restrito à Filadélfia por um tempo surpreendentemente longo, e a data só se tornou uma referência nacional nos Estados Unidos na década de 1990.

“Você podia vê-lo sendo usado de maneira moderada em Trenton, Nova Jersey, mas não ultrapassou as fronteiras da Filadélfia até os anos 1980. O termo só se espalhou a partir de meados dos anos 1990”, disse Zimmer.

Mas, embora a Black Friday seja considerada o maior dia de compras do ano atualmente nos Estados Unidos, a data não ganhou esse título até os anos 2000.

Isso porque, por muitos anos, a regra não era que os americanos adoravam uma liquidação, mas sim que adoravam procrastinar. Ou seja, até certa altura, era no sábado após o Dia de Ação de Graças – e não na sexta-feira – que as carteiras ficavam mais vazias.

Por muito tempo, os lojistas canadenses morriam de inveja de seus colegas americanos, especialmente quando seus clientes fiéis colocavam o pé na estrada rumo ao sul em busca de boas compras.

Eles passaram então a oferecer suas próprias liquidações, apesar de o Dia de Ação de Graças no Canadá acontecer um mês antes.

No México, a Black Friday ganhou um novo nome – “El Buen Fin”, ou “O bom fim de semana”. A comemoração é associada ao aniversário da revolução de 1910 no país, que às vezes cai na mesma data que o Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos. Como o próprio nome sugere, o evento dura o fim de semana inteiro.

No Brasil, onde o feriado de Ação de Graças não existe, a data passou a ser incluída no calendário comercial do país quando lojistas perceberam seu potencial de vendas.

A Black Friday vale a pena?

No Brasil, os organizadores da temporada de promoções vêm há alguns anos tentando mudar a imagem que a data conquistou no Brasil após suas primeiras edições.

Isso porque, conforme as vendas foram aumentando, também se multiplicaram os problemas. Houve muitas denúncias de maquiagem de preços, com o valor de um produto sendo elevado poucos dias antes da Black Friday para oferecer então um “desconto” em que o preço cobrado era igual ou até mesmo superior ao valor não promocional.

Falhas técnicas dos sites também contribuíram para frustrar o consumidor e gerar uma imagem negativa da Black Friday, que acabou sendo apelidada nas redes sociais de “Black Fraude”: a data em que, segundo a piada, os produtoscustam a metade do dobro“.

Para consertar o estrago causado pelas promoções falsas e superar a desconfiança dos clientes, os organizadores tomaram medidas como lançar um selo para dar credibilidade aos descontos oferecidos e criar um código de ética para as marcas que desejam participar da data.

Ainda foram lançadas ferramentas para acompanhar o histórico de preços de produtos e programas que alertam se uma promoção é enganosa, além de campanhas de conscientização do consumidor.

Estas medidas vêm surtindo efeito, segundo a pesquisa Ebit/Nielsen. Entre as pessoas consultadas, 15,8% disseram em 2016 que não fariam compras durante a Black Friday. Hoje, são 11,4%. Dentre estas, aquelas que afirmavam que fariam isso por não confiar nos descontos eram 41% há dois anos – desta vez, são 35%.

A avaliação de representantes de serviços de defesa do consumidor e do comércio é que a data pode valer a pena, sim, mas com ressalvas.

Vale se a ideia for gastar menos em algo que você já deseja, mas não é hora de fazer dívidas. Em suma: nada de impulsos. Se tiver algum dinheiro sobrando, é uma boa data para economizar, desde que sejam seguidas algumas recomendações:

* Prepare-se: saiba mais sobre o produto desejado. Qual é a melhor marca? Que modelo tem as características ideais? Analise preços antes de a Black Friday começar para saber no dia se o valor oferecido é só um pouco menor (ou até maior) do que o de dias atrás. Recorra a sites que comparam preços e informam seu histórico. E simule antes da data uma compra para saber o valor do frete. Para compensar uma promoção, fornecedores podem encarecer a entrega.

* Tome alguns cuidados ao comprar: faça capturas de tela ao comprar para garantir que o preço anunciado é o mesmo cobrado. A oferta deve ser cumprida à risca. Use um site confiável – confira sua reputação em serviços como o Reclame Aqui e prefira páginas que tenham o código “https” no endereço, indicação de que é seguro e de que seus dados não serão roubados. Atenção a endereços semelhantes aos dos grandes varejistas que buscam atrair clientes desatentos para sites duvidosos. E desconfie de descontos muito maiores do que os da concorrência.

* E se algo der errado?: entre em contato com a loja para cobrar uma solução, com capturas de tela da compra e outros documentos em mãos. Se o pedido não for atendido, procure serviços de atendimento ao consumidor, como o Procon do seu Estado. Você pode fazer uma denúncia pelo site ou pelo telefone 151.

Fonte: BBC Brasil